Driftwood
Blindsided, in a shell of silence, alone
Decided, motive breach the eyelids, then sewn
Reminded, death walks beside us, inside us
In hindsight it was the path of a nihilist and pawn
When the tide swallows the trees
The gallows of your past will haunt you
White lines and broken teeth
The shadows of your past will take you
Divided, the scarlet Moon feeding
Blood forced fed, drowning in loathe, grieving
Rivers run rapid with wine and lust, again we see the dawn
Igniting bridges that fall to dust, you're gone
When the tide swallows the trees
The gallows of your past will haunt you
White lines and broken teeth
The shadows of your past, will take you
When the tide swallows the trees
The gallows of your past will haunt you
Would you lend me your soul, your soul to feast? And I
Will never know, we'll never know
Bones and driftwood, hearts, decay
Alone in the bloodscape, betrayed, afraid
Cycles of agony, wretched, decline
Tear at the rotting flesh, carcass of mine
Chest wide open
Tunnel vision
Rats to ashes
Soul perdition
When the tide swallows the trees
The gallows of your past will haunt you
White lines and broken teeth
The shadows of your past will take you
When the tide swallows the trees
The gallows of your past will haunt you
Would you lend me your soul, your soul to feast? And I
Will never know, we'll never know
Madeira Flutuante
Cego, em uma concha de silêncio, sozinho
Decidido, motivo rompe as pálpebras, então costurado
Lembrado, a morte caminha ao nosso lado, dentro de nós
Em retrospectiva, foi o caminho de um niilista e peão
Quando a maré engole as árvores
A forca do seu passado vai te assombrar
Linhas brancas e dentes quebrados
As sombras do seu passado vão te levar
Dividido, a Lua escarlate se alimentando
Sangue forçado, afogando-se em ódio, lamentando
Rios correm rápidos com vinho e luxúria, de novo vemos a aurora
Acendendo pontes que caem em pó, você se foi
Quando a maré engole as árvores
A forca do seu passado vai te assombrar
Linhas brancas e dentes quebrados
As sombras do seu passado, vão te levar
Quando a maré engole as árvores
A forca do seu passado vai te assombrar
Você me emprestaria sua alma, sua alma para devorar? E eu
Nunca saberei, nunca saberemos
Ossos e madeira flutuante, corações, decadência
Sozinho na paisagem de sangue, traído, com medo
Ciclos de agonia, miserável, declínio
Rasga a carne podre, carcaça minha
Peito escancarado
Visão em túnel
Ratos em cinzas
Perdição da alma
Quando a maré engole as árvores
A forca do seu passado vai te assombrar
Linhas brancas e dentes quebrados
As sombras do seu passado vão te levar
Quando a maré engole as árvores
A forca do seu passado vai te assombrar
Você me emprestaria sua alma, sua alma para devorar? E eu
Nunca saberei, nunca saberemos