De La Carne
Digerida, muy pronto ha de ser
la carne de sus cuerpos.
Se de ver que van
con rumbo al matadero
Que no han de volver
a pastorear los suelos
del llano rural.
Dispuso quien sea dueño.
Pues decide el rumbo final,
que aguarda el carnicero
Quien sin demorar
faenará el deshuello.
Para complacer
el carnívoro argento.
Sin desperdiciar
las miasmas de su infierno.
Embutidos, que
los paladares estan demandando.
Como quien tiene,
demanda protección.
Con los mios voy
transportado entre fierros
de rodado audaz.
Lejos del entrevero
Documentación que en digital intento
fichas saltarán. Para que aguante el diestro
Sin miedo a perder.
Sin esperar recompensa
por darse.
Guiño de mas,
que despierta al despierto.
Rebasando estoy.
El vacío bostero, de quien va por mas.
Lejos del entrevero.
Dieciocho son las del cerealero
Que quedan atrás,
mientras yo voy mi suelo.
Embutidos
Los paladares están demandando.
Como quien tiene,
demanda protección.
Da Carne
Digerida, logo vai ser
a carne dos seus corpos.
É de se ver que vão
rumo ao matadouro
Que não vão voltar
a pastorear os campos
do sertão rural.
Decidiu quem é o dono.
Pois decide o rumo final,
que aguarda o açougueiro
Quem sem demorar
vai fazer o desmanche.
Pra agradar
o carnívoro prateado.
Sem desperdiçar
as miasmas do seu inferno.
Embutidos, que
os paladares estão pedindo.
Como quem tem,
pede proteção.
Com os meus vou
transportado entre ferros
de rodagem audaz.
Longe do entrevero
Documentação que em digital tento
fichas vão saltar. Pra que aguente o destro
Sem medo de perder.
Sem esperar recompensa
por se dar.
Um piscar a mais,
que desperta o acordado.
Estou ultrapassando.
O vazio de quem vai por mais.
Longe do entrevero.
Dezoito são os do cerealista
Que ficam pra trás,
enquanto eu vou pro meu chão.
Embutidos
Os paladares estão pedindo.
Como quem tem,
pede proteção.