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Lixo

Alondra

Basura

Hoy quise desnudarme lentamente
Y ver a solas mi cuerpo
En un espejo diferente
Y no, ya no ser tonta

Pues comprendí
Que aunque yo no te guste, soy bonita
Y que aunque no me quieras
Otro ya me necesita

Una cosa es que no quieras
Y otra cosa es que me muera
Ahora sé, ahora sé, ahora sé

Que no soy (que no soy), no, no soy (no, no soy)
Tan poca cosa como tú decías
Que tal vez (que tal vez), que tal vez (que tal vez)
Te lo demuestre al paso de la vida

Que no soy (no, no soy), no, no soy (no, no soy)
Una mujer tan insignificante
Que tal vez (que tal vez), sí, tal vez (sí, tal vez)
Alguien habrá que quiera ser mi amante

Y me haga estar segura
De que no soy basura
Como tú (como tú), como tú (como tú)
Como tú dijiste ayer

Me demostraste tantas veces
Que no me querías
Que hasta llegue a pensar
Que en esto del amor yo no servía

Una cosa es que no quieras
Y otra cosa es que me muera
Ahora sé, ahora sé, ahora sé

Que no soy (que no soy), no, no soy (no, no soy)
Tan poca cosa como tú decías
Que tal vez (que tal vez), que tal vez (que tal vez)
Te lo demuestre al paso de la vida

Que no soy (no, no soy), no, no soy (no, no soy)
Una mujer tan insignificante
Que tal vez (que tal vez), sí, tal vez (sí, tal vez)
Alguien habrá que quiera ser mi amante

Y me haga estar segura
De que no soy basura
Como tú (como tú), como tú (como tú)
Como tú dijiste ayer

Lixo

Hoje eu quis me despir devagar
E ver sozinha meu corpo
Num espelho diferente
E não, não vou ser mais boba

Pois entendi
Que mesmo que você não me ache bonita, eu sou
E que mesmo que você não me queira
Outro já me precisa

Uma coisa é você não querer
E outra é eu me acabar
Agora eu sei, agora eu sei, agora eu sei

Que eu não sou (que eu não sou), não, não sou (não, não sou)
Tão pouca coisa como você dizia
Que talvez (que talvez), que talvez (que talvez)
Eu te mostre com o tempo

Que eu não sou (não, não sou), não, não sou (não, não sou)
Uma mulher tão insignificante
Que talvez (que talvez), sim, talvez (sim, talvez)
Alguém vai querer ser meu amante

E me faça ter certeza
De que eu não sou lixo
Como você (como você), como você (como você)
Como você disse ontem

Você me mostrou tantas vezes
Que não me queria
Que cheguei a pensar
Que no amor eu não servia

Uma coisa é você não querer
E outra é eu me acabar
Agora eu sei, agora eu sei, agora eu sei

Que eu não sou (que eu não sou), não, não sou (não, não sou)
Tão pouca coisa como você dizia
Que talvez (que talvez), que talvez (que talvez)
Eu te mostre com o tempo

Que eu não sou (não, não sou), não, não sou (não, não sou)
Uma mulher tão insignificante
Que talvez (que talvez), sim, talvez (sim, talvez)
Alguém vai querer ser meu amante

E me faça ter certeza
De que eu não sou lixo
Como você (como você), como você (como você)
Como você disse ontem

Composição: Sergio Andrade