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Tomara (Que Não Te Aconteça)

Amaya Uranga

Ojalá (Que No Te Pase)

Ojalá que no te pase, lo que me sucede a mí
Que a pesar de tantos años, sigues permanente aquí
En el Sol de mis ensueños, en mi diario despertar
Ojalá que hayas logrado, otra vida comenzar
Ojalá que tú no vivas como vivo yo sin ti

Ojalá que nunca pases, un infierno sin dormir
Que no sientas que tus ojos, de ti quieren prescindir
Ojalá que si te besan, no equivoques el sabor
Que no digas otro nombre, cuando te hagan el amor
Ojalá que tú me olvides, porque yo, no lo logré

No lo logré, por más que a diario lo intente
¿Quién sabe cuánto tiempo? Solo me engañé
Las viejas cartas y tus cosas, las quemé
¿Pero qué va? Con tu recuerdo, me quedé

No lo logré, por más que a diario lo intente
¿Quién sabe cuánto tiempo? Solo me engañé
Las viejas cartas y tus cosas, las quemé
Ojalá que tú me olvides, porque yo, no lo logré

Tomara (Que Não Te Aconteça)

Tomara que não te aconteça, o que me acontece aqui
Que apesar de tantos anos, você ainda está presente em mim
No Sol dos meus sonhos, no meu despertar diário
Tomara que você tenha conseguido, uma nova vida começar
Tomara que você não viva como eu vivo sem você

Tomara que nunca passe, um inferno sem dormir
Que não sinta que seus olhos, de você querem se livrar
Tomara que se te beijam, não confunda o sabor
Que não diga outro nome, quando fizerem amor com você
Tomara que você me esqueça, porque eu, não consegui

Não consegui, por mais que todo dia eu tente
Quem sabe quanto tempo? Só me enganei
As velhas cartas e suas coisas, eu queimei
Mas o que adianta? Com sua lembrança, eu fiquei

Não consegui, por mais que todo dia eu tente
Quem sabe quanto tempo? Só me enganei
As velhas cartas e suas coisas, eu queimei
Tomara que você me esqueça, porque eu, não consegui

Composição: Armando Manzanero