Rutinario Ciudadano
Vivienda digna, dicen
Digna de echar al suelo
Suelo que cuesta cada dia algo mas
El precio del dinero, nuestro querido euro
Que ha destrozado nuestra sociedad
Dicen que es positivo para viajar a Francia
O el que se embarca en un interrail
Pero pa' el campesino, o el que elabora el vino
Ha sido un crimen sucio, enfermo y pueril
Si puedo decidir, prefiero ir a dormir
Y despertarme en el año en el que yo naci
Y al levantarme echar, echar la vista atras
Romperle al tiempo la boca y no sentirme mal
Ahora es todo a 60, ha muerto la peseta
Y con ella un cambio en nuestras vidas siempre pa' mejor
¡Que maravilla!, dicen. Que estamos mas unidos
Somos mas fuertes y luchamos con honor
Compra mas y mas facil, no eches nada de menos
Y nunca nada dejes de desear
Ahora esta absurda cuesta, cuesta arriba de enero
Que si no subo, nunca voy a bajar
Si puedo decidir, prefiero ir a dormir
Y despertarme en el año en el que yo naci
Y al levantarme echar, echar la vista atras
Romperle al tiempo la boca y no sentirme mal
Si no puedo soñar, coger la realidad
Y darle por coherencia otra oportunidad
Y dejame ya en paz, no puedo respirar
Porque el pudiente se forra mas, y mas, y mas
Te aportaste al cotidiano, al simple y rutinario ciudadano
Los presentes obligados, por pintar en rojo el dia señalado
Doble nomina y salario, asi se decidio en el calendario
Sin comida en el armario, y con la soga al cuello por encargo
Te aportaste al cotidiano, al simple y rutinario ciudadano
Los presentes obligados, por pintar en rojo el dia señalado
Doble nomina y salario, asi se decidio en el calendario
Sin comida en el armario, y con la soga al cuello por encargo
Cidadão Rutinário
Habitação digna, dizem eles
Digno de jogar no chão
Solo que custa mais a cada dia
O preço do dinheiro, nosso querido euro
Isso destruiu nossa sociedade
Eles dizem que é bom viajar para a França
Ou aquele que embarca em um interrail
Mas para o camponês ou para quem faz o vinho
Tem sido um crime sujo, doente e infantil
Se eu puder decidir, prefiro ir dormir
E acordar no ano em que nasci
E quando eu me levantei para jogar fora, olhe para trás
Quebrar a boca e não se sentir mal
Agora é tudo para 60, a peseta morreu
E com isso, uma mudança em nossas vidas sempre pa 'melhor
Que maravilha !, eles dizem. Que estamos mais unidos
Somos mais fortes e lutamos com honra
Compre mais e mais fácil, não perca nada
E nunca deixe nada a desejar
Agora este custo absurdo, subindo em janeiro
Que se eu não subir, nunca vou descer
Se eu puder decidir, prefiro ir dormir
E acordar no ano em que nasci
E quando eu me levantei para jogar fora, olhe para trás
Quebrar a boca e não se sentir mal
Se eu não consigo sonhar, leve a realidade
E dar coerência outra oportunidade
E me deixe em paz, eu não consigo respirar
Porque o bem-estar é mais coberto, e mais, e mais
Você contribuiu para o cotidiano, para o cidadão simples e rotineiro
Os obrigados, por pintarem de vermelho no dia indicado
Dupla folha de pagamento e salário, por isso foi decidido no calendário
Sem comida no armário, e com o laço no pescoço a pedido
Você contribuiu para o cotidiano, para o cidadão simples e rotineiro
Os obrigados, por pintarem de vermelho no dia indicado
Dupla folha de pagamento e salário, por isso foi decidido no calendário
Sem comida no armário, e com o laço no pescoço a pedido