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México

Amedeo Minghi

Mexico

Vado via cara Lucy
della vita che tu fai,
ne capisco la metà.
Tu rimani qui,
mentre il vento porta via
verso il mare qualche cosa di noi.
Vado via cara Lucy.
Io ti chiedo libertà,
dal tuo mondo di juke-box
tu,
non pensi mai che la strada
ti può ancora insegnare
qualche cosa che tu non sai.
Io vado via,
c'è un aereo che porta in Mexico,
metto i blue-jeans
e domani mi sveglio in Mexico.
E se non ho una lira,
qualche Santo mi aiuterà .
Tu,
lascia fare al tempo
ed il tempo ti ucciderà.
Con la vita della città
che ti dà giorni sempre uguali
vado via cara Lucy
ora,
il sole se ne va
e io... vado dietro a lui.
Non cercarmi mai,
sotto il cielo troverò la mia casa,
ogni giorno più in là.
Non posso più aspettare,
per vedere dei fiori
crescere intorno a me
tu vivi di speranza
la speranza non muore mai
e tu invece sì morirai...
Morirai....
vado via cara Lucy.
Lucy.
Lucy....

México

Vou embora, querida Lucy
da vida que você leva,
não entendo metade.
Você fica aqui,
enquanto o vento leva
para o mar algo de nós.
Vou embora, querida Lucy.
Eu te peço liberdade,
do seu mundo de juke-box
você,
nunca pensa que a estrada
pode ainda te ensinar
algo que você não sabe.
Eu vou embora,
tem um avião que vai pro México,
coloco meu jeans
e amanhã acordo no México.
E se eu não tiver um centavo,
algum Santo vai me ajudar.
Você,
deixa o tempo agir
e o tempo vai te matar.
Com a vida da cidade
que te dá dias sempre iguais
vou embora, querida Lucy
agora,
o sol tá indo embora
e eu... vou atrás dele.
Nunca me procure,
sob o céu eu vou encontrar minha casa,
cada dia mais longe.
Não posso mais esperar,
para ver flores
crescendo ao meu redor
você vive de esperança
a esperança nunca morre
e você, por outro lado, vai morrer...
Vai morrer...
vou embora, querida Lucy.
Lucy.
Lucy....

Composição: