La Piel de Mis Palabras
He sentido aquel, amargo pesar, qué mi sonrisa, enluta
No se puede lamer otra vez, lo que ya, tragado está
Horas de un tiempo funesto, sabio aspecto DE lágrimas
Sin huellas DE un camino, o por quien, se las pueda regar
Recuerdo a breves rasgos, esa pequeña sonrisa Que me regalo,
Le dio a mis latidos la fuerza,
Para mí pecho rasgar,
Pero ya,
No late así………
Hoy, soy libre de toda cualidad, Renaceré, sin ser visto Y detrás de mis ojos me torturare con el recuerdo, De aquellas caricias,
Exhibiré en mis ojos el brillo, Que aun no me mata el vació,
Y velare por sus sueños,
A pesar
De la distancia
Solo hasta que,
Desee soltar esa cadena,
Que tanto me pesa y escarcha
El cristal de mi luz
Y cuando deje ir su recuerdo,
Todas sus promesas se secaran
Con mi esperanza,
Sumergida en aquel invencible
Abismo de mí olvido
De aquel sendero cuyas nubes de tristeza casi me cautivan,
Envolviendo a mis ojos que no la reconocerán,
Marchito
En
Mi
Melancolía
A pele de minhas palavras
Eu sentia que, apesar de amargo, que o meu sorriso, luto
Você não pode lamber novamente, o que já é engolido
Horas fatídico, aspecto sábio de lágrimas
Nenhum vestígio de um caminho, ou quem, é o regador
Lembro-me de um breve resumo, aquele pequeno sorriso que me deu,
Ele deu a minha força de batimento cardíaco
Aos meus rip peito,
Mas já,
No batendo bem .........
Hoje, eu estou livre de toda a qualidade, renascido, invisível atrás dos meus olhos E eu torturare com as memórias, daqueles carinhos,
Vai expor em meus olhos brilham, que até mesmo o vácuo não me mata,
E velare por seus sonhos,
Embora
A distância
Apenas até,
Quer deixar a cadeia,
Quanto eu peso e geada
O vidro na minha luz
E quando você deixar de ir a memória,
Todos promete secar
Com esperança,
Imerso nesse invencível
Abyss me esqueça
A partir desse caminho cujo nuvens de tristeza quase me cativar,
Envolvendo meus olhos não reconhecê-lo,
Murchada
Em
Meu
Melancolia