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A Elizabeth

Amortez

Thee Elizabeth

Dark mistress, me blessed, funeral nightdress, rip undress.

Black witch heart, I tried, Amor?s love dart, I died,
Hell?s countess, seemed ripe flesh, she started, Satan?s quest.

Her dark lord pay him I would,
Change her to mine for life if I could.
Beauty in prime, through bloods eyes,
Fade to black crime, no fake dies.
Death?s disguise, I tried to hide,
She won my heart, bleed ?till I died.

She crossed the Styx, just for kicks,
Came back from death to resurrect,
The prime evils waken, Elizabeth?s not mistaken,
Teenage blood spilled, to refill,
Her thirst for, free will.

Black mistress, me pressed, bedazzled, then left.

Dark witchcraft, I heart, Thor?s war cry, defy.
Evil countess, was unblessed, half-clad undressed, not stressed.

Thee Elizabeth......
She was pale as the death of Marie Antoinette,
Under thee guillotine.
White as heaven?s milk, dressed in red-black silk,
She walked to Nadir, leaving blood and sin.
Black dawns, red scores, she through heaven?s doors,
Smuggled death roll carnivores.
Angels wept, when heavens left,
All was dead, with Elizabeth.

A Elizabeth

Mestre das trevas, me abençoada, vestido de funeral, despido em um instante.
Coração de bruxa negra, eu tentei, o dardo do amor, eu morri,
Condessa do inferno, parecia carne madura, ela começou, a busca de Satanás.

Seu senhor das trevas, eu pagaria a ele,
Transformá-la em minha para a vida, se eu pudesse.
Beleza em seu auge, através dos olhos do sangue,
Desvanecer para o crime negro, nada falso morre.
Disfarce da morte, eu tentei esconder,
Ela conquistou meu coração, sangrando até eu morrer.

Ela cruzou o Estige, só por diversão,
Voltando da morte para ressuscitar,
Os males primordiais despertam, Elizabeth não está enganada,
Sangue adolescente derramado, para reabastecer,
Sua sede por livre arbítrio.

Mestre das trevas, me pressionou, deslumbrado, então partiu.

Magia negra, eu amo, o grito de guerra de Thor, desafiar.
Condessa do mal, estava amaldiçoada, meio vestida, despida, sem estresse.

A Elizabeth......
Ela era pálida como a morte de Maria Antonieta,
Sob a guilhotina.
Branca como o leite do céu, vestida de seda vermelha e preta,
Ela caminhou para o Nadir, deixando sangue e pecado.
Amanhecer negro, contas vermelhas, ela atravessou as portas do céu,
Contrabandeou a morte, carnívoros.
Anjos choraram, quando os céus se foram,
Tudo estava morto, com Elizabeth.