Black Sun
Just loathing and decline could drive a mind
To dig its own evil's fulcrum out
Look at it, look and get pleasure from it, until a caress come
Feel it inside, its soul
And die from such a pleasent agony
Its own
Terminal Spirit Disease
No hope, No breath, No mercy on cowards
I destroy craven's infamy, destroy, destroy
I annihilate the egoist's thought, annihilate, annihilate
I kill the wicked's self confidence, kill, kill
Yesterday, yesterday is extinct
Today, there are accounts to render
Tomorrow, tomorrow sun will shine, black for you
Time reveals a frightened secrets, disguised beyond false identities
And enlightens poor mind's weakness
The foolish's soul laughs,
unaware of other people's pain,
unaware of impending
fall its own
Epilogue of a mean existence
There's no hope, no breath
There's no hope, no breath
I destroy craven's infamy, destroy, destroy
I annihilate the egoist's thought, annihilate, annihilate
I kill the wicked's self confidence, kill, kill
Yesterday, yesterday is extinct
Today, there are accounts to render
Tomorrow, tomorrow sun will shine, black for you
Yesterday, yesterday is extinct
Today, there are accounts to render
Tomorrow, tomorrow sun will shine, sun will shine
black for you
Black Sun
Black Sun
Black Sun
Sol Negro
Apenas desprezo e declínio podem levar uma mente
A cavar o próprio eixo do mal
Olhe para isso, olhe e sinta prazer, até que uma carícia venha
Sinta dentro de si, sua alma
E morra de uma tão agradável agonia
A sua própria
Doença Terminal do Espírito
Sem esperança, sem fôlego, sem misericórdia para covardes
Eu destruo a infâmia dos medrosos, destruo, destruo
Eu aniquilo o pensamento do egoísta, aniquilo, aniquilo
Eu mato a autoconfiança dos malignos, mato, mato
Ontem, ontem está extinto
Hoje, há contas a prestar
Amanhã, amanhã o sol brilhará, negro para você
O tempo revela segredos assustados, disfarçados além de falsas identidades
E ilumina a fraqueza da mente pobre
A alma do tolo ri,
inconsciente da dor dos outros,
inconsciente da queda iminente
sua própria
Epílogo de uma existência mesquinha
Não há esperança, não há fôlego
Não há esperança, não há fôlego
Eu destruo a infâmia dos medrosos, destruo, destruo
Eu aniquilo o pensamento do egoísta, aniquilo, aniquilo
Eu mato a autoconfiança dos malignos, mato, mato
Ontem, ontem está extinto
Hoje, há contas a prestar
Amanhã, amanhã o sol brilhará, negro para você
Ontem, ontem está extinto
Hoje, há contas a prestar
Amanhã, amanhã o sol brilhará, o sol brilhará
negro para você
Sol Negro
Sol Negro
Sol Negro