Llanto De Almas
Paredes bañadas en llanto de almas,
Ocultan su rostro una noche más,
No quiero pensar,
Que estas habitado por gritos que claman,
Una noche más,
No habrá despertar.
Muros que encierran vuestro amargo error,
Susurran un turbio pasado,
Desgarra el aire que transporta la voz
De espíritus hoy condenados.
Noche tras noche
Escucho vuestro llanto caer,
Sobre pasillos
Los hechos cobran vida otra vez.
Paredes bañadas en llanto de almas,
Ocultan su rostro una noche más,
No quiero pensar,
Que estas habitado por gritos que claman,
Una noche más,
No habrá despertar.
Fantasmagóricas preguntas sin voz
Niegan vuestro descanso eterno,
Como familia que a la tumba llevó
Una vida ahogada en sucesos.
Entre la niebla,
Desorientados al caminar
Por galerías
Donde una niña vuelve a gritar.
Paredes bañadas en llanto de almas,
Ocultan su rostro una noche más,
No quiero pensar,
Que estas habitado por gritos que claman,
Una noche más,
No habrá despertar.
Lamento de Almas
Paredes banhadas em lamento de almas,
Escondem seu rosto mais uma noite,
Não quero pensar,
Que estão habitadas por gritos que clamam,
Mais uma noite,
Não haverá despertar.
Muros que cercam seu amargo erro,
Sussurram um passado turvo,
Rasgando o ar que transporta a voz
De espíritos hoje condenados.
Noite após noite
Escuto seu lamento cair,
Sobre corredores
Os fatos ganham vida outra vez.
Paredes banhadas em lamento de almas,
Escondem seu rosto mais uma noite,
Não quero pensar,
Que estão habitadas por gritos que clamam,
Mais uma noite,
Não haverá despertar.
Perguntas fantasmagóricas sem voz
Negam seu descanso eterno,
Como uma família que à tumba levou
Uma vida afogada em acontecimentos.
Entre a névoa,
Desorientados ao caminhar
Por galerias
Onde uma menina volta a gritar.
Paredes banhadas em lamento de almas,
Escondem seu rosto mais uma noite,
Não quero pensar,
Que estão habitadas por gritos que clamam,
Mais uma noite,
Não haverá despertar.