Sin Salida
Caras sin rostro
Rodean mi realidad,
Pieles y cuerpos de
Borrosa identidad.
Hoy son actores,
Personas eran ayer,
Mañana hombres
Que caminan sin saber.
Hasta partirlos
Mis dientes quiero apretar,
Bruma de formas
De mi retina arrancar.
A veces creo dentro
De un teatro estar
Y esquizofrénico
Interpreto la verdad.
¡Muerto en vida!
De mi cabeza soy victima
¡Sin salida¡
De un paranoico fin.
Llamáis humanos
A unos disfraces de piel,
Quiero arrancarlos
Y probármelos también.
Mi boca escupe frases
Que carecen de razón,
Niebla de pensamientos
Que estremece mi temor.
¡Muerto en vida!
De mi cabeza soy victima
¡Sin salida¡
De un paranoico fin
Sem Saída
Caras sem rosto
Cercam minha realidade,
Peles e corpos de
Identidade borrada.
Hoje são atores,
Pessoas eram ontem,
Amanhã homens
Que andam sem saber.
Até partir
Meus dentes quero apertar,
Névoa de formas
Que arranco da minha retina.
Às vezes acho que estou
Dentro de um teatro
E esquizofrênico
Interpreto a verdade.
¡Morto em vida!
Sou vítima da minha cabeça
¡Sem saída!
De um fim paranoico.
Vocês chamam de humanos
Uns disfarces de pele,
Quero arrancá-los
E experimentar também.
Minha boca cospe frases
Que não fazem sentido,
Névoa de pensamentos
Que estremecem meu medo.
¡Morto em vida!
Sou vítima da minha cabeça
¡Sem saída!
De um fim paranoico.