Balas de Plata
"A un hombre lobo sólo se le puede matar
con una bala de plata"
Víctima eres
de tu destino y ser,
aullido humano,
sentencia de tu piel.
Huyes de la luz de la luna,
también el odio preso está.
Yaces en tu desdicha, la sombra
de tu única trampa final.
Balas de plata desgarran los días
de tu sangrante locura animal.
Eres la bestia que vaga perdida
tras los recuerdos un hombre normal.
Candente cicatriz,
fuera superstición,
que ansiosa de perdón,
tu hambre de matar.
Sientes todo el frío reflejo,
el despertar en la señal.
Arde incontrolable tu cuerpo,
la irrefrenable tempestad.
Balas de plata desgarran los días
de tu sangrante locura animal.
Eres la bestia que vaga perdida
tras los recuerdos un hombre normal.
Huyes de la luz de la luna,
también el odio preso está.
Yaces en tu desdicha, la sombra
de tu única trampa final.
Balas de plata desgarran los días
de tu sangrante locura animal.
Eres la bestia que vaga perdida
tras los recuerdos un hombre normal.
Balas de Prata
"Só se pode matar um homem-lobo
com uma bala de prata"
Você é vítima
do seu destino e ser,
aullido humano,
sentença da sua pele.
Você foge da luz da lua,
também o ódio está preso.
Você jaz na sua desgraça, a sombra
da sua única armadilha final.
Balas de prata rasgam os dias
da sua loucura animal sangrenta.
Você é a besta que vaga perdida
atrás das memórias de um homem normal.
Cicatriz ardente,
fora a superstição,
que ansiosa por perdão,
sua fome de matar.
Você sente todo o frio reflexo,
o despertar no sinal.
Seu corpo arde incontrolável,
a tempestade irrefreável.
Balas de prata rasgam os dias
da sua loucura animal sangrenta.
Você é a besta que vaga perdida
atrás das memórias de um homem normal.
Você foge da luz da lua,
também o ódio está preso.
Você jaz na sua desgraça, a sombra
da sua única armadilha final.
Balas de prata rasgam os dias
da sua loucura animal sangrenta.
Você é a besta que vaga perdida
atrás das memórias de um homem normal."