395px

Eu também nasci em 53

Ana Belén

Yo también nací en el 53

Yo también nací en el 53
y jamás le tuve miedo a vivir
me subí de un salto en el primer tren
¡hay que ver! en todo he sido aprendiz...
No me pesa lo vivido,
me mata la estupidez
de enterrar u fin de siglo
distinto del que soñé.

Yo también nací en el 53
yo también crecí con el Yesterday
como tú, sintiendo la sangre arder
me abrasé sabiendo que iba a perder...
Siempre encuentras algún listo
que sabe lo que hay que hacer
que aprendió todo en los libros
que nunca saltó sin red.

Que te puedo contar que tú no hayas vivido
que te puedo contar que tú no hayas soñado...

Yo también nací en el 53
y soñé lo mismo que sueñas tú;
como tú n quiero mirar atrás
sé muy bien que puedo volverme sal...
Siempre tuve más amigos
de los que pude contar
sé que hay varios malheridos
que esperan una señal.

Qué te puedo contar que tú no hayas vivido
qué te puedo contar que tú no hayas soñado...

No me pesa lo vivido
me mata la estupidez
de enterrar un fin de siglo
distinto del que soñé...

Qué te puedo contar que tú no hayas vivido
qué te puedo contar que tú no hayas soñado.

Eu também nasci em 53

Eu também nasci em 53
e nunca tive medo de viver
pulei de uma vez no primeiro trem
dá pra ver! em tudo fui aprendiz...
Não me pesa o que vivi,
me mata a burrice
de enterrar um fim de século
diferente do que sonhei.

Eu também nasci em 53
eu também cresci com o Yesterday
como você, sentindo o sangue ferver
me queimei sabendo que ia perder...
Sempre tem algum esperto
que sabe o que fazer
que aprendeu tudo nos livros
que nunca pulou sem rede.

O que posso te contar que você não tenha vivido
o que posso te contar que você não tenha sonhado...

Eu também nasci em 53
e sonhei o mesmo que você sonha;
como você, não quero olhar pra trás
sei muito bem que posso me tornar sal...
Sempre tive mais amigos
do que consegui contar
sei que tem vários machucados
que esperam um sinal.

O que posso te contar que você não tenha vivido
o que posso te contar que você não tenha sonhado...

Não me pesa o que vivi
me mata a burrice
de enterrar um fim de século
diferente do que sonhei...

O que posso te contar que você não tenha vivido
o que posso te contar que você não tenha sonhado.

Composição: Victor Manuel San José / Andrés Molina Moles