Antes de existir, já haviam escolhido por mim
Carrego cicatrizes invisíveis e o peso de despedidas sem fim
Uma velha conhecida ainda bate à porta
Mas na pele estranha, uma flor brota
Entre ruínas, aprendi a criar, resistir e florescer
E mesmo sob as sombras do amanhã
Sigo abrindo minhas asas para existir
O medo ainda me acompanha pela estrada que escolhi
Mas já não pode me impedir de ser quem sempre vivi