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Não Desço

Anna Oxa

Non Scendo

Cuori malleabili sguardi tiepidi di cortesia
situazioni facili la tua strada non è più la mia
Non scendo vacci tu
Non scendo torno su
Una festa orribile fiori finti finta gioventù
in un vecchio stabile gli occhi attenti della servitù
dove si nascondono sotto il trucco i segni dell'età
mentre i topi ballano aspettando il gatto che verrà
Non scendo vacci tu
non scendo torno su
Carcasse d'automobili e il mio pony che non cresce mai
ricordi degradabili e difatti che ricordi hai
il rosso il verde il nero ma il mio cielo che colore ha
cerco la chiave del mistero di serrature ne ho un'infinità
Non scendo vacci tu
non scendo torno su
Negli occhi dei contabili un altro zero cosa vuoi che sia
se i sogni sono deboli innamorarsi sembra una pazzia
io in un letto stupido lo prometto non ci cascherò
anche quando è morbido anche quando un uomo non ce l'ho
Non scendo vacc tu
non scendo torno su
io torno sù vacci tu

Não Desço

Corações maleáveis, olhares mornos de cortesia
situações fáceis, seu caminho não é mais o meu
Não desço, vai você
Não desço, volto pra cima
Uma festa horrível, flores falsas, juventude falsa
em um velho prédio, os olhos atentos da servidão
donde se escondem sob a maquiagem os sinais da idade
enquanto os ratos dançam, esperando o gato que virá
Não desço, vai você
não desço, volto pra cima
Carcaças de automóveis e meu pônei que nunca cresce
lembranças degradáveis e, aliás, que lembranças você tem
o vermelho, o verde, o preto, mas meu céu que cor tem
procuro a chave do mistério, de fechaduras tenho uma infinidade
Não desço, vai você
não desço, volto pra cima
Nos olhos dos contadores, um zero a mais, o que você quer que seja
se os sonhos são fracos, apaixonar-se parece uma loucura
eu, em uma cama estúpida, prometo que não vou cair
mesmo quando é macio, mesmo quando não tenho um homem
Não desço, vai você
não desço, volto pra cima
eu volto pra cima, vai você