El Espejo
Te miro a lo lejos a oro abrazarte
Testigo es el frio nos mira envejecer
Luchando en la blancura de aridas estepas
La soledad vigila tus rezos carmesi
Tus manos golpeteando tus purpura rodillas
Tu carcomido espejo refleja tu existir
En el espejo todavia me veo
En el espejo todavia me muero
Escucha a lo lejos mi torpe oracion
Entre polilla y polvo mi fe resucito
Tus brazos milenarios la ceiba en tus cabellos
Tu piel es el desierto en el oasis voy
En el espejo todavia me veo
En el espejo todavia me muero
O Espelho
Te olho de longe, querendo te abraçar
Testemunha é o frio, nos vê envelhecer
Lutando na brancura de estepes áridos
A solidão vigia suas preces carmesim
Suas mãos batendo nos seus joelhos púrpura
Seu espelho corroído reflete sua existência
No espelho ainda me vejo
No espelho ainda estou morrendo
Escuta de longe minha oração desajeitada
Entre traças e poeira, minha fé ressuscitou
Seus braços milenares, a ceiba em seus cabelos
Sua pele é o deserto, no oásis eu vou
No espelho ainda me vejo
No espelho ainda estou morrendo