Fragmento de Soledad
Es un lamento agonico de palabras que solo duelen escuchar
Romances rotos en la escondida soledad
Bocas flojas en recuerdos marchitos por el tiempo
¿que nos marca hoy? nos marco ayer no nos marcara mas
Senda oscura vacilante y olvidada
Que solo recorres en silencio
Penumbra que arranca sentimientos
Impavido inmortal me vuelvo
Sabor a sangre amarga... amarga como las tinieblas
Sabor a sangre amarga... amarga como las tinieblas
Tu feliz silueta
Se dibuja en lo mas perverso de mi piel
Tus sutiles pasos
Se disuelven al anochecer
Tu boca inunda a las rosas marchitas por un beso
¿que nos marca hoy? nos marco ayer no nos marcara mas
Senda oscura vacilante y olvidada
Que solo recorres en silencio
Penumbra que arranca sentimientos
Impavido inmortal me vuelvo
Sabor a sangre amarga... amarga como las tinieblas
Sabor a sangre amarga... amarga como las tinieblas
Fragmento de Solidão
É um lamento agonizante de palavras que só doem ouvir
Romances quebrados na solidão escondida
Bocas soltas em lembranças murchas pelo tempo
O que nos marca hoje? Nos marcou ontem, não nos marcará mais
Caminho escuro, vacilante e esquecido
Que você só percorre em silêncio
Penumbra que arranca sentimentos
Imperturbável, imortal, eu me torno
Sabor de sangue amargo... amargo como as trevas
Sabor de sangue amargo... amargo como as trevas
Sua silhueta feliz
Se desenha no mais perverso da minha pele
Seus passos sutis
Se dissolvem ao anoitecer
Sua boca inunda as rosas murchas com um beijo
O que nos marca hoje? Nos marcou ontem, não nos marcará mais
Caminho escuro, vacilante e esquecido
Que você só percorre em silêncio
Penumbra que arranca sentimentos
Imperturbável, imortal, eu me torno
Sabor de sangue amargo... amargo como as trevas
Sabor de sangue amargo... amargo como as trevas