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Mártir Tus Penas

Anabantha

Mártir de Tus Penas

Soledad
Una vez más
Condenaste mi alma
Al final yo caí
Enamorada

Soledad
Ahora soy
Mártir de tus penas
Sin rival, sin temor
Errante de tu voz

Incesante amor
Que de brumas fue
Algo fúnebre
Entre lápidas
Cantaré

Tan terrible amor
Que de sombras fue
Algo efímero
Con mis lágrimas
Te arrullaré

Sortilegio de pasión
En penumbras te amaré
Sortilegio de dolor
En las sombras cantaré

Soledad
Y vivirás
Tan dentro de mi pecho
Sin titubear me dejarás
Mirando el alba

Soledad
No hay razón
Para olvidar las penas
Al final la omisión
Caerá en esta prisión

Incesante amor
Que de brumas fue
Algo fúnebre
Entre lápidas
Cantaré

Tan terrible amor
Que de sombras fue
Algo efímero
Con mis lágrimas
Te arrullaré

Mártir Tus Penas

Solidão
Mais uma vez
você condenou minha alma
No final eu caí
Apaixonado

Solidão
Agora estou
Mártir de suas dores
Sem rival, sem medo
vagando pela sua voz

amor incessante
Como estava enevoado
algo fúnebre
entre lápides
eu vou cantar

amor tão terrível
Quão sombrio era
algo efêmero
com minhas lágrimas
eu vou te acalmar

Feitiço de Paixão
No escuro eu vou te amar
Feitiço de dor
Nas sombras eu cantarei

Solidão
e você vai viver
então dentro do meu peito
Sem hesitação você vai me deixar
olhando para o amanhecer

Solidão
Não há razão
Para esquecer as tristezas
No final das contas a omissão
Cairá nesta prisão

amor incessante
Que neblina era aquela
algo fúnebre
entre lápides
eu vou cantar

amor tão terrível
Quão sombrio era
algo efêmero
com minhas lágrimas
eu vou te acalmar

Composição: Vlad Landeros / Duan Marie