I Love The World
The roll of distant thunder breaks
The afternoon of silence wakes
They hurry through from Petergate as if they know this dance
In fury blind I drive at night
Across the moors, the open roads
Beneath the freezing starry skies, racing in some trance
These cities are illusions of some triumph over Nature's laws
We've seen the iron carcass rust and buildings topple into dust
And as the waters rise it seems we cling to all the rootless things
The Christian lies, technology, while spirits scream and sing...
Oh, God, I love the world
Well I never said I was a clever man
But I know enough to understand
That the endless leaps and forward plans will someday have to cease
You blind yourselves with comfort lies
Like lightning never strikes you twice
And we laugh at your amazed surprise as the Ark begins to sink
The temple that is built so well, to separate us from ourselves
Is a power grown beyond control and a will without a face
And watching from outside I wish that I could wash my hands of this
But we are locked together here, this bittersweet embrace...
Oh, God, I love the world
And if one day the final fire
Explodes across the whitened sky
I know you said you'd rather die and make it over fast
With courage from your bravest friends
Waiting outside for the end
With no bitterness but an innocence that I can't seem to grasp
I know, somehow I will survive this fury just to stay alive
So drunk with sickness, weak with pain
I can walk the hills one last time
Scarred and smiling, dying slow
I'll scream to no one left at all
I told you so, I told you so, I told you so...
Oh, God, I love the world
Eu Amo o Mundo
O trovão distante ressoa
A tarde de silêncio desperta
Eles correm de Petergate como se conhecessem essa dança
Na fúria cega eu dirijo à noite
Pelas charnecas, as estradas abertas
Sob os céus estrelados e congelantes, correndo em algum transe
Essas cidades são ilusões de algum triunfo sobre as leis da Natureza
Vimos a carcaça de ferro enferrujar e prédios desmoronarem em pó
E enquanto as águas sobem, parece que nos agarramos a todas as coisas sem raízes
As mentiras cristãs, a tecnologia, enquanto os espíritos gritam e cantam...
Oh, Deus, eu amo o mundo
Bem, eu nunca disse que era um cara esperto
Mas sei o suficiente para entender
Que os saltos intermináveis e os planos para frente um dia terão que parar
Vocês se cegam com mentiras confortáveis
Como se o raio nunca caísse duas vezes em você
E rimos da sua surpresa admirada enquanto a Arca começa a afundar
O templo que é tão bem construído, para nos separar de nós mesmos
É um poder que cresceu além do controle e uma vontade sem rosto
E assistindo de fora, eu gostaria de poder lavar minhas mãos disso
Mas estamos presos aqui, nesse abraço agridoce...
Oh, Deus, eu amo o mundo
E se um dia o fogo final
Explodir pelo céu branquíssimo
Eu sei que você disse que preferiria morrer e acabar logo com isso
Com coragem dos seus amigos mais valentes
Esperando do lado de fora pelo fim
Sem amargura, mas com uma inocência que eu não consigo entender
Eu sei, de alguma forma, eu vou sobreviver a essa fúria só para continuar vivo
Tão bêbado de doença, fraco de dor
Eu posso andar pelas colinas uma última vez
Cicatrizado e sorrindo, morrendo devagar
Vou gritar para ninguém que sobrou
Eu te avisei, eu te avisei, eu te avisei...
Oh, Deus, eu amo o mundo