When Obsession Awoke Tyranny
Be her, my bane, uncleansed and forgotten. Exhaustion undying as broken hands build fortresses, to keep tyrants at bay. She stormed me like a plague, with no protection from her deceit. With no heart, nor the strength to fight I now rest my head at tyrants' feet.
Impure and ghastly. I have found no warmth in the perils of love. Misanthropic and content. I have buried all that I once was. Be this the bitter end.
She stormed me like a plague, with no protection from her deceit. With no heart, nor the strength to fight, I now rest my head at her feet. Exhaustion undying, broken hands build thrones of kings to seat my goddess, my queen.
I have out lived the ghost I was, my bitterness, your bitterness.
Quando a Obsessão Despertou a Tirania
Seja ela, meu tormento, impura e esquecida.
Cansaço eterno enquanto mãos quebradas constroem fortalezas, pra manter tiranos afastados.
Ela me atacou como uma praga, sem proteção contra sua traição.
Sem coração, nem força pra lutar, agora descanso minha cabeça aos pés dos tiranos.
Impura e horrenda. Não encontrei calor nos perigos do amor.
Misantropo e satisfeito. Enterrei tudo que eu já fui. Que este seja o amargo fim.
Ela me atacou como uma praga, sem proteção contra sua traição.
Sem coração, nem força pra lutar, agora descanso minha cabeça aos pés dela.
Cansaço eterno, mãos quebradas constroem tronos de reis pra assentar minha deusa, minha rainha.
Eu sobrevivi ao fantasma que eu era, minha amargura, sua amargura.