Virulence
Every breath caustic air
Poisons breach my lips
Shackles of skin burn me
Lonesome for a world where no one lives
I don't belong here, next to saints and thieves
I belong amongst a void in an absence of feeling
I must be destroyed, to rest.
Un-tormented by waking hours
Unscathed by uncertainty
Never to be taunted by an ambivalent god
No rest, un-tempted by the flesh
Unscathed by uncertainty
Never to be taunted by an ambivalent god
Diem perdidi donatio mortis causa
HATE, HATE, HATE, HATE!
We are a legion of vermin
The dominant species, a parasitic race
The time has come for an interregnum
Come armageddon, i beg you to come
End this madness, we deserve nothing at all
None but agony, humanity must fall
Coerced by nonexistence, my morbid request
Into the void, bring us all death
Virulência
Cada respiração, ar cáustico
Venenos rompem meus lábios
Grilhões de pele me queimam
Solitário por um mundo onde ninguém vive
Eu não pertenço aqui, ao lado de santos e ladrões
Eu pertenço a um vazio na ausência de sentimentos
Preciso ser destruído, para descansar.
Sem tormento nas horas acordadas
Ileso pela incerteza
Nunca ser provocado por um deus ambivalente
Sem descanso, não tentado pela carne
Ileso pela incerteza
Nunca ser provocado por um deus ambivalente
Diem perdidi donatio mortis causa
ÓDIO, ÓDIO, ÓDIO, ÓDIO!
Nós somos uma legião de pragas
A espécie dominante, uma raça parasita
Chegou a hora de um interregno
Venha, armagedom, eu imploro que venha
Acabe com essa loucura, não merecemos nada
Nada além de agonia, a humanidade deve cair
Coagidos pela não existência, meu pedido mórbido
Para o vazio, traga-nos todos a morte