Solitude
Like a ghost seeking shelter in solitude
I am the one who repels everything
Roaming through the still life
Am I better off alone?
So the solace fades to grey
Until nothing pleases me anymore
Forsaken in my own thoughts
Betrayed by my own reflection
But thou hast not come to see my disgrace
For I will not kneel before the bane
Drink from your passions
Feed from your own disgrace
Breathe the unknown
May the self-consuming body nourishes your soul
Be the freak
To cease the will to fit in
Into this bleak conformity
That cuts deep through your essence
Turning the solace into grey
Until nothing pleases you anymore
Forsaken in your own thoughts
Betrayed by your own reflection
But I hast not come to see your disgrace
For we will not kneel before the bane
Drink from your passions
Feed from your own disgrace
Breathe the unknown
May the self-consuming body nourishes our souls
Solidão
Como um fantasma buscando abrigo na solidão
Sou aquele que repele tudo
Vagueando pela vida parada
Estarei melhor sozinho?
Então o consolo se torna cinza
Até que nada mais me agrade
Abandonado em meus próprios pensamentos
Traído pelo meu próprio reflexo
Mas você não veio ver minha desgraça
Pois não me ajoelharei diante da maldição
Beba de suas paixões
Alimente-se da sua própria desgraça
Respire o desconhecido
Que o corpo que se consome nutra sua alma
Seja o esquisito
Para acabar com a vontade de se encaixar
Nesta conformidade sombria
Que corta fundo sua essência
Transformando o consolo em cinza
Até que nada mais te agrade
Abandonado em seus próprios pensamentos
Traído pelo seu próprio reflexo
Mas eu não vim ver sua desgraça
Pois não nos ajoelharemos diante da maldição
Beba de suas paixões
Alimente-se da sua própria desgraça
Respire o desconhecido
Que o corpo que se consome nutra nossas almas