Ozono no hay en el cielo, Osama si
Bendito el que protege en Oriente a los pandas
Y los que persiguen a los cazaballenas
Aguante el Mapuche contra la forestal
Aguanten los Onas aunque no hayan más
Ozono, ozono, ozono no hay en el cielo
Un día los pescados se van a cocinar
A todos los cristianos pa' Semana Santa
Vieja conchetumare, la de abrigo de piel
Tu nieto está cagao', me hago una chomba con él
Ozono, ozono, ozono no hay en el cielo
Pachamama ñuke Mapu me dicen a mí (ah)
Si segui así humano te voy a echar de mí (ah)
Ya estoy chata de que me contamini toa
Te va a pasar lo mismo que a los dinosaurios (ah)
Terremoto, maremoto y animal jauría
Ya nunca más cantarás gracias a la via
Eres un parásito peor que un piojo (ah)
Reiré escuchando tus malditos rezos (ah)
Los pollos no tienen ello ni yo ni superyó
Pero yo no me los como porque sí tienen dolor
Porque tienen reacción, porque tienen sensación
Porque son naturaleza y también tienen corazón
No como los seres humanos que somos todos esclavos
De mentes robotizadas que sacian su ambición
Que ejecutan nuestras vidas como si fueran programas
De la Microsoft o de la Apple Macintosh
Pachamama ñuke Mapu me dicen a mí (ah)
Si segui así humano te voy a echar de mí (ah)
Ya estoy chata de que me contamini toa
Te va a pasar lo mismo que a los dinosaurios (ah)
Terremoto, maremoto y animal jauría
Ya nunca más cantarás gracias a la via
Eres un parásito peor que un piojo (ah)
Reiré escuchando tus malditos rezos (ah)
El planeta Tierra tiene que explotar
Para que se extinga toda la humanidad
Somos misántropos anarkotropikales
Y Osama Bin Laden (¡quién es!) es nuestra madre
Osama (Obama), Osama (Obama), Osama in the heaven of New York
Ozônio Não Há No Céu, Ozama Sim
Bendito quem protege no Oriente os pandas
E os que perseguem os caçadores de baleias
Força pro Mapuche contra a madeireira
Força pros Onas mesmo que não existam mais
Ozônio, ozônio, ozônio não há no céu
Um dia os peixes vão cozinhar
Todos os cristãos para a Semana Santa
Velha filha da puta com seu casaco de pele
Seu neto está ferrado, vou fazer um suéter com ele
Ozônio, ozônio, ozônio não há no céu
Pachamama, Mãe Terra, é como me chamam
Se continuar assim, humano, vou te expulsar de mim
Já estou de saco cheio de você me contaminar toda
Vai te acontecer o mesmo que aos dinossauros
Terremoto, maremoto e animal feroz
Nunca mais cantará "graças à vida"
Você é um parasita pior que um piolho
Rirei escutando suas malditas preces
As galinhas não possuem nem id nem superego
Mas eu não os como porque eles sentem dor
Porque têm reação, porque têm sensação
Porque são natureza e também têm coração
Não como os seres humanos que somos todos escravos
De mentes robotizadas que saciam sua ambição
Que executam nossas vidas como se fossem programas
Da Microsoft ou da Apple Macintosh
Pachamama, Mãe Terra, é como me chamam
Se continuar assim, humano, vou te expulsar de mim
Já estou de saco cheio de você me contaminar toda
Vai te acontecer o mesmo que aos dinossauros
Terremoto, maremoto e animal feroz
Nunca mais cantará graças à vida
Você é um parasita pior que um piolho
Rirei escutando suas malditas preces
O planeta Terra tem que explodir
Para que se extinga toda a humanidade
Somos misantropos anarcotropicais
E Osama Bin Laden (quem é ele?!) é nossa mãe
Osama (Obama), Osama (Obama), Osama no céu de Nova York
Composição: Rata Del Caribe, Vicente Cuadros, Ricardo Troncoso, Ivan Pinto, Cristian Peña, Andres Perez