The Lord Of Mortal Pestilence
Storm-lord, the Dreaded One
Poison of our worlds
In times of darkness, of death and decay
he grasps dominion all over
His stench hovers as shame
in the house of fraticide
An impressive depravity of a cadaverous epiphany
A profane blasphemy of the darkest atrocity
Welcome me, mortal beings
to a world a cry of fear
Incursions to evil
shattered are your dreams
My breath, a torrid wind
of immortal pestilence
heaves torment, pain and anguish
suffer in your silence
Chaos, no salvation
misery, no redemption
Twisted minds hold the key
Benevolence, I pray for thee
Drowned in fear, shrouded in black
Mourning eternally in a spiritual lethargy
Every beat of his heart
is a death-toll chiming in a mind
As chimes grow stronger
the earth shudders in his wake
His final lament is a
requiem to the Gods of Darkness
All deep contempt is a
blasphemous sacrilege to his name
O Senhor da Praga Mortal
Senhor das tempestades, o Temido
Veneno dos nossos mundos
Em tempos de escuridão, de morte e decadência
Ele toma o domínio por toda parte
Seu fedor paira como vergonha
na casa do fratricídio
Uma depravação impressionante de uma epifania cadavérica
Uma blasfêmia profana da mais sombria atrocidade
Recebam-me, seres mortais
em um mundo de gritos de medo
Incursões ao mal
seus sonhos estão despedaçados
Meu sopro, um vento tórrido
de praga imortal
lança tormento, dor e angústia
sofram em seu silêncio
Caos, sem salvação
miséria, sem redenção
Mentes distorcidas seguram a chave
Benevolência, eu rezo por ti
Afogados em medo, envoltos em negro
Lamentando eternamente em uma letargia espiritual
Cada batida de seu coração
é um sino de morte soando na mente
À medida que os sinos ficam mais fortes
a terra estremece em seu rastro
Seu lamento final é um
réquiem para os Deuses da Escuridão
Todo profundo desprezo é um
sacrilégio blasfemo ao seu nome