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História Sem Palavras

Ancestral Legacy

Wordless History

My entire life's been lived in clouds, in dreams, and in fantasies,
where nothing's what it seems.
Closed eyes conceal an innocent mystery,
lay down to sleep, add this unwritten history.
Awakening to angel's whispering voices,
my fingers gently loosen from all of my choices.
I float along;
I drift away; I fly,
truth is wrong;
heavens shift within the sky.
A soulless song; I drift away and die...
And fall back down to a dreamer's earth,
to hit the ground of a dream's rebirth.
Plant this fertile seed, deep within the dirt,
stand and watch it feed, upon the soil's hurt.
See it sprout and bloom,
grow past the finger drawn line.
Within a sunset's womb, I
hang on tightly to my new mind.
We melt up from the ground,
rise up from the ashes.
Fall into the sundown,
as lighting gently crashes.
And I ride it through the winds violent but still waves.
As it takes me to all ends;
the killers' thrones and prophets' graves.
We flash in and out of time,
minutes weave with hours.
Hanging on to imaginary lines,
drawn by subconscious powers.
Cultivating brand new life,
molding shapes within the air.
We culminate; brand new heights,
holding infinity within our stare.
I put down my heels as we arrive back home,
where everything is real and our location still unknown.
Back upon my cloud I roam it's boundaries
as the powerless king, a crown of thorns,
a staff of fire, with nothing as my everything.
A frightened soul conceals an innocent mystery,
hide inside myself;
write this wordless history... this wordless history...

História Sem Palavras

Toda a minha vida foi vivida nas nuvens, nos sonhos e nas fantasias,
onde nada é o que parece.
Olhos fechados escondem um mistério inocente,
deito para dormir, adiciono essa história não escrita.
Acordando com vozes sussurrantes de anjos,
meus dedos se soltam suavemente de todas as minhas escolhas.
Eu flutuo;
me deixo levar; eu voo,
a verdade está errada;
os céus mudam dentro do céu.
Uma canção sem alma; eu me deixo levar e morro...
E caio de volta à terra de um sonhador,
pra tocar o chão do renascimento de um sonho.
Planto essa semente fértil, bem fundo na terra,
fico de pé e vejo-a se alimentar da dor do solo.
Vejo-a brotar e florescer,
crescer além da linha desenhada com o dedo.
Dentro do ventre de um pôr do sol, eu
me agarro firmemente à minha nova mente.
Nós derretemos do chão,
os levantamos das cinzas.
Caímos no crepúsculo,
como relâmpagos que suavemente se despedaçam.
E eu a sigo através dos ventos violentos, mas ainda em ondas.
Enquanto me leva a todos os extremos;
os tronos dos assassinos e os túmulos dos profetas.
Nós piscamos dentro e fora do tempo,
minutos se entrelaçam com horas.
Agarrando-me a linhas imaginárias,
desenhadas por poderes subconscientes.
Cultivando uma vida novinha em folha,
modelando formas no ar.
Nós culminamos; novas alturas,
segurando a eternidade dentro do nosso olhar.
Eu coloco meus calcanhares no chão quando chegamos de volta pra casa,
onde tudo é real e nossa localização ainda é desconhecida.
De volta à minha nuvem, eu vagueio por suas fronteiras
como o rei impotente, uma coroa de espinhos,
um cajado de fogo, com nada como meu tudo.
Uma alma assustada esconde um mistério inocente,
me escondo dentro de mim;
escrevo essa história sem palavras... essa história sem palavras...

Composição: