Condenado a Amar
Mírame,
te tengo, anímate.
Acércate más,
que esta noche no la olvidarás.
Siénteme,
el latido es piel con piel.
No te dejo ir,
prisionero en mí
condenado a amarme
por la eternidad.
Si me quieres besar
trépate por mi piel,
no sé si tu podrás
hacerlo como él.
Si me quieres tener
esclava de tu ser
tienes que lograr
verme rendida a tus pies.
Pruébame,
tus ojos dicen que sí.
Enredado estás
y yo quiero más,
condenado a amarme
por la eternidad.
Si me quieres besar
trépate por mi piel,
no sé si tu podrás
hacerlo como él.
Si me quieres tener
esclava de tu ser
tienes que lograr
verme rendida a tus pies.
Que quiero oír poemas,
mentiras, palabras de amor...
Condenado a Amar
Olha pra mim,
te tenho, anima-te.
Chega mais perto,
que essa noite você não vai esquecer.
Sinta-me,
o batimento é pele com pele.
Não te deixo ir,
prisioneiro em mim
condenado a me amar
pela eternidade.
Se você quer me beijar,
suba pela minha pele,
não sei se você vai conseguir
fazer como ele.
Se você quer me ter,
escrava do seu ser,
você tem que conseguir
me ver rendida aos seus pés.
Prove-me,
s seus olhos dizem que sim.
Enrolado você está
e eu quero mais,
condenado a me amar
pela eternidade.
Se você quer me beijar,
suba pela minha pele,
não sei se você vai conseguir
fazer como ele.
Se você quer me ter,
escrava do seu ser,
você tem que conseguir
me ver rendida aos seus pés.
Porque eu quero ouvir poemas,
mentiras, palavras de amor...