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Templário

Angel de Metal

Templario

Al final nada queda,
un viento helado me despierta
La pesadilla terminó
Al final de mis días el recuerdo de lo que pasó
Llenará mi alma de dolor

En el fragor de la batalla
camino sobre cuerpos inertes
sangre y sudor mojan mis ojos
satura el lugar un olor a muerte
sofocado y sin fuerzas peleo por sobrevivir
no queda otra opción

Matar o morir

Gritos por todas partes
Ensordeciéndome
Y las heridas del cuerpo doblegan mi ser
Imposible distinguir en la batalla cruel
No hay tiempo para pensar
Luchar, luchar o perecer

El enemigo retrocede
Y al hacerlo es pisoteado sin piedad
¿Puede existir placer alguno con esta...
matanza?

Envaina tu espada... hazlo ya
Recuerda que un campo regado con sangre
Jamás florecerá
No manches tus manos, no lo hagas más
Que el error de matar en el nombre de Dios no se perdonará

Matar o morir, matar o morir, matar o morir

Y al final nada queda...

Templário

No final, nada sobra,
um vento gelado me acorda.
A pesadelo acabou.
No fim dos meus dias, a lembrança do que passou
encherá minha alma de dor.

No calor da batalha,
caminho sobre corpos sem vida.
sangue e suor embaçam meus olhos.
O lugar está saturado com o cheiro de morte.
Sufocado e sem forças, luto para sobreviver.
Não há outra opção.

Matar ou morrer.

Gritos por toda parte,
ensurdecendo-me.
E as feridas do corpo dobram meu ser.
Impossível distinguir na batalha cruel.
Não há tempo para pensar.
Lutar, lutar ou perecer.

O inimigo recua,
e ao fazê-lo, é pisoteado sem piedade.
Pode haver prazer algum com esta...
matança?

Guarde sua espada... faça isso já.
Lembre-se que um campo regado com sangue
nunca florescerá.
Não manche suas mãos, não faça mais isso.
O erro de matar em nome de Deus não será perdoado.

Matar ou morrer, matar ou morrer, matar ou morrer.

E no final, nada sobra...