Lisboa Antiga
Lisboa, velha cidade,
Cheia de encanto e beleza!
Sempre formosa ao sorrir
Ao vestir sempre airosa
O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto ó linda princesa!
Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras,
Dos cruzados, das esperas e das touradas reais!
Das festas, das populares procissões,
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais!
Lisboa de ouro e de prata
Outra mais linda não há
Eternamente a cantar
A brincar de contente
O teu semblante se retrata
No azul cristalino do Tejo
Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras,
Dos cruzados, das esperas e das touradas reais!
Das festas, das populares procissões,
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais!
Lisboa Antiga
Lisboa, cidade antiga,
Cheia de encanto e beleza!
Sempre formosa ao sorrir
Ao se vestir com graça
O branco véu da saudade
Cobre teu rosto, ó linda princesa!
Olhem, senhores, esta Lisboa de outras eras,
Dos cruzados, das esperas e das touradas reais!
Das festas, das procissões populares,
Dos pregões matinais que já não voltam mais!
Lisboa de ouro e de prata
Outra mais linda não há
Eternamente a cantar
Brincando de contente
Teu semblante se reflete
No azul cristalino do Tejo
Olhem, senhores, esta Lisboa de outras eras,
Dos cruzados, das esperas e das touradas reais!
Das festas, das procissões populares,
Dos pregões matinais que já não voltam mais!
Composição: Amadeu do Vale / José Galhardo / Raul Portela