Christhammer
The dream pervades mysterious and lewd
I am One of Many offered unto thee
Bearing proud the brand of sacreligion
Sacrificed not in vain to Azazael
Cast down from the Heavens yet never Fallen
He - whom gods hath scorned
Eden's imbecile perimeter ruptured
I am of the Shining One
Whip merciless their flesh
Goad with firebrands
Trumpet the advent of the bloodspray
Enraptured by torment and flames
Broken on the rack crush the cult of Nazarene
My cup runneth over...
Each Nazarene I kill
Is one thorn more
In the crown of their false saviour
A king foresworn in a halo of flies
Prostrate disciples of derisive subjection
Their spirits exude deification of defeat
A talisman profane - vile birthright borne
Enslaving vigour as if nailed to a cross
Scoff at this inheritance of wretchedness
The Daimons erect shatter shackles of deceit
Sons of Vengeance consecrate burning ways
Wolves no longer in the guise of the weak
Gammadion upon our shields
The Conquerors draw nigh
Pentagrammaton - ashes to dust
Unbridled conflagrations purify
Christhammer
Swoon - poison souls procured
Acknowledge the rot of divinity
The dream pervades mysterious and lewd
I am One of Many offered unto thee
Bearing proud the brand of sacreligion
Sacrificed not in vain to Azazael
Cast aside despair in chaos consecrate
For visions become truth in wakefullness
The seeming sorrows that mark my face
With head held high are tears of joy
I am the spear in the wound of christ
Martelo de Cristo
O sonho permeia o misterioso e o lascivo
Sou Um dos Muitos oferecidos a ti
Carregando orgulhosamente a marca da sacrilégio
Sacrificado não em vão para Azazael
Derrubado dos Céus, mas nunca Caído
Ele - a quem os deuses desprezaram
O perímetro imbecil do Éden rompido
Sou do Brilhante
Açoite sem piedade sua carne
Provoca com marcas de fogo
Trombeta a chegada do jorro de sangue
Envolto em tormento e chamas
Quebrado na tortura, destrua o culto do Nazareno
Meu cálice transborda...
Cada Nazareno que eu mato
É um espinho a mais
Na coroa de seu falso salvador
Um rei que renunciou em um halo de moscas
Discípulos prostrados de sujeição zombeteira
Seus espíritos exalam a deificação da derrota
Um talismã profano - vileza de herança carregada
Enslavizando vigor como se pregado a uma cruz
Zombem dessa herança de miséria
Os Daimons erguem e quebram grilhões de engano
Filhos da Vingança consagram caminhos ardentes
Lobos não mais disfarçados de fracos
Gammadion sobre nossos escudos
Os Conquistadores se aproximam
Pentagrammaton - cinzas ao pó
Conflagrações desenfreadas purificam
Martelo de Cristo
Desmaie - almas envenenadas adquiridas
Reconheça a podridão da divindade
O sonho permeia o misterioso e o lascivo
Sou Um dos Muitos oferecidos a ti
Carregando orgulhosamente a marca da sacrilégio
Sacrificado não em vão para Azazael
Deixe de lado o desespero, no caos consagre
Pois visões se tornam verdade na vigília
As aparentes tristezas que marcam meu rosto
Com a cabeça erguida são lágrimas de alegria
Sou a lança na ferida de cristo