Envenomed
Cut off your nose to spite your face
You cannot deny your natural desires
Sell the soul away parade into oblivion
Depravity transgress swallow the fear
Filth decay pollute the conscience
From violence was creation derived
Winds of change cannot awake paralyzed minds
Their choking utterances asphixiated
Envenomed
Mankind innate as one
Embracing the heart within himself
Machine of war dwells beneath the flesh
Enraged possessed by hell
Willing chaos self-destruction
The nihilist awakes to dawn
Entropic predatory force
Abort this putrid corpse
Copulate - decimate
Kings shall spawn from the soiled corpses
Crematory reign
Masturbate - desecrate
Seed of hate spilled forth
Absolute pain
Perversity cancerous devouring minds
The black miasma intrigues me
Nefarious lurid erotic deeds
Drown in malevolent dreaming
Rancid stench death foreboding
interrupts the futile thought of life
Curse eviscerate damnation
Rigor mortis silences any outburst
Envenenado
Corta o nariz pra se vingar do rosto
Não dá pra negar os desejos naturais
Vende a alma e desfila rumo ao esquecimento
Depravação transgride, engole o medo
Imundície, decadência, polui a consciência
Da violência foi que a criação surgiu
Os ventos da mudança não conseguem acordar mentes paralisadas
Suas palavras sufocantes asfixiam
Envenenado
A humanidade é uma só
Abraçando o coração dentro de si
A máquina de guerra habita sob a carne
Enfurecido, possuído pelo inferno
Caos voluntário, autodestruição
O niilista desperta ao amanhecer
Força predatória entrópica
Aborte este cadáver podre
Copule - decime
Reis surgirão dos cadáveres sujos
Reinado crematório
Masturbe-se - profane
Semente de ódio derramada
Dor absoluta
Perversidade cancerosa devorando mentes
A névoa negra me intriga
Atos eróticos nefastos e obscenos
Afunde em sonhos malignos
O fedor rançoso da morte pressagia
Interrompe o pensamento fútil da vida
Maldição, eviscere, danação
Rigor mortis silencia qualquer explosão.