Camino Del Tucumán (part. Alberto Marino y Floreal Ruiz)
Trotando viene la noche
Por negras huellas de sueño
La Luna corre y que corre
Fatiga los bueyes
Cansados y lerdos
Con el borrón de su ausencia
Se está manchando el silencio
Y están llorando la ruedas, que van
Camino del Tucumán
No hay que apurarse, barcino
Vamos despacio nomás
Total andar es mi sino
Y el destino es una meta
Que yo tengo en la carreta
No hay que apurarse, barcino
Que su percal ya no está
Ella se fue como vino
Sombra triste en el camino
Que cortó la soledad
Caminho do Tucumã (part. Alberto Marino e Floreal Ruiz)
Vindo a noite a galope
Por trilhas escuras de sonho
A Lua corre e não para
Cansando os bois
Exaustos e lentos
Com o borrão da sua ausência
O silêncio vai se manchando
E as rodas estão chorando, que vão
Caminho do Tucumã
Não precisa ter pressa, parceiro
Vamos devagar só
No fim das contas, andar é meu destino
E o destino é uma meta
Que eu tenho na carroça
Não precisa ter pressa, parceiro
Que seu pano já não tá
Ela foi embora como chegou
Sombra triste no caminho
Que cortou a solidão
Composição: Cátulo Castillo, José Razzano