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Dias Estranhos

Ánima Sola

Días Extraños

Llanto de un niño al crecer y perder la fe.
Los juegos caerán en el ayer,
palabras odiadas te gritan qué hacer,
robaron tus sueños, mataron tu voz.

Jamás volverá a sonreír.
Ya no puede nada este dios traidor hacer,
ya no soy digno de su mirada.
¿Dónde rompieron tus alas?
¿Quién apagó tu luz?
Quizás mañana amanezca un nuevo día
y puedas vivir en él

Días extraños bajo un mismo sol.
No hay tiempo ni vida, sólo dolor.
Almas dormidas aguardan sin fe
la llegada de un triste final.

La sangre no tiene valor para ti.
Tu alma hace tiempo que te abandonó,
lucha sin rey, muere sin razón.
Lágrimas rotas de soledad,
que fue tu compañera fiel.

Dias Estranhos

Choro de uma criança ao crescer e perder a fé.
Os jogos ficarão no passado,
palavras odiadas gritam o que fazer,
roubaram seus sonhos, mataram sua voz.

Nunca mais vai sorrir.
Esse deus traidor não pode fazer nada,
já não sou digno do seu olhar.
Onde quebraram suas asas?
Quem apagou sua luz?
Talvez amanhã nasça um novo dia
e você possa viver nele.

Dias estranhos sob um mesmo sol.
Não há tempo nem vida, só dor.
Almas adormecidas aguardam sem fé
a chegada de um triste final.

O sangue não tem valor pra você.
Sua alma faz tempo que te abandonou,
lute sem rei, morra sem razão.
Lágrimas quebradas de solidão,
que foi sua companheira fiel.

Composição: Arturo Rodríguez / Vanesa Larco