Pueblos Erguidos
Fastidioso despierta un pueblo hoy,
sin mas armas que la necesidad,
arrastrando el coraje de seguir
conviviendo con la desilucion;
hambrientos de igualdad,
fortaleciendonos, con sue¸os de
verdad que esperan por nacer.
Siempre en guardia estan, van
tomando los cuernos del poder,
sus desechos nos dejar n caer
esparciendo su adictiva maldad.
Esquivando no logran trascender
las personas que miran desde atras,
son los muchos que quieren respirar
aire libre que seque lagrimas.
Pueblos erguidos, gesto latino,
vano castigo arrastraran.
Sangre roja bajo piel,
raza viva sobre un mundo
cruel, zafa el alma de los
pies, dando forma al cielo.
La pobreza nunca descrimino
y al humilde de a poco devoro;
la inocencia que lleva el animal
el instinto que el hombre ya perdio,
ya olvido; que no busco por ambicion.
Sangre roja bajo piel, raza viva
sobre un mundo cruel, zafa el alma
de los pies dando forma al
cielo, gesto latino, pueblos erguidos.
Povos Erguidos
Cansado, um povo hoje desperta,
só com a necessidade como arma,
arrastando a coragem de seguir
convivendo com a desilusão;
hambrientos de igualdade,
fortalecendo-nos, com sonhos de
verdade que esperam pra nascer.
Sempre em alerta estão, vão
tomando as rédeas do poder,
suas sujeiras nos deixarão cair
espalhando sua maldade viciante.
Desviando, não conseguem transcender
as pessoas que olham de trás,
são muitos que querem respirar
aire livre que enxuga lágrimas.
Povos erguidos, gesto latino,
punição vã vão carregar.
Sangue vermelho sob a pele,
raça viva sobre um mundo
cruel, liberta a alma dos
pés, dando forma ao céu.
A pobreza nunca discriminou
e ao humilde devorou aos poucos;
a inocência que o animal carrega
o instinto que o homem já perdeu,
já esqueceu; que não buscou por ambição.
Sangue vermelho sob a pele, raça viva
sobre um mundo cruel, liberta a alma
dos pés, dando forma ao
céu, gesto latino, povos erguidos.
Composição: Albert Gimenez