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Sem Lei

A.N.I.M.A.L

Sin Ley

El tiempo se apodera de la realidad que hoy ve girar
Las vueltas de esta vida son inmensas al querer zafar, tapar.
Por más que crea uno que lo injusto siempre al fin, lo castiga dios,
Muchas veces la rueda de la vida elige el lado malo y lo hace ver mejor.

Ya nada es imposible si dejamos recrear, crear maldad.
Lo blanco se hace oscuro en el aire frío de esta realidad.
La clásica ironía de mentir y no decir por qué y por quién;
Hipócrita salida dando sólo pena, para impresionar.

Hablar por qué,
Sin saber bien.
Cuento final
No es como es .... sin ley.

Cada mentira se sabe al final.
Ojo por ojo se paga igual.
No es la salida correcta decir
Que uno no eligió para no sufrir, para no herir.

Hombre que muerde la mano de quien vio nacer
No es un hombre más, es raza que no tienen ley.

La risa finge el morbo de no hacerse cargo de su propia voz,
De lo que nunca tuvo que olvidarse por una firme razón.
Razón que eligió la distorsión para saber tapar
Hipócrita salida dando sólo pena.

Sem Lei

O tempo se apodera da realidade que hoje vê girar
As voltas dessa vida são imensas ao querer escapar, esconder.
Por mais que a gente acredite que o injusto sempre, no fim, é punido por Deus,
Muitas vezes a roda da vida escolhe o lado ruim e faz parecer melhor.

Nada é impossível se deixamos recriar, criar maldade.
O branco se torna escuro no ar frio dessa realidade.
A clássica ironia de mentir e não dizer por quê e por quem;
Saída hipócrita que só traz pena, pra impressionar.

Falar por quê,
Sem saber bem.
Conto final
Não é como é... sem lei.

Cada mentira se revela no final.
Olho por olho se paga igual.
Não é a saída certa dizer
Que a gente não escolheu pra não sofrer, pra não ferir.

Homem que morde a mão de quem o fez nascer
Não é um homem qualquer, é raça que não tem lei.

A risada finge o morbo de não assumir sua própria voz,
Do que nunca deveria ter esquecido por uma razão firme.
Razão que escolheu a distorção pra saber esconder
Saída hipócrita que só traz pena.

Composição: