Black Death, Nonetheless
Make love with chaos, once in a lifetime
I've seen the son of the man
He came to save the ones who were lost
Fathers shall not be condemned to death for the sons
Neither shall sons for their fathers
And everyone shall die for his own sin
Holy me, blessed be
Arisen in the ASA glory
ASA, Sahasrara shall abolish the man in me
Black Death, nonetheless
Black Death, nonetheless
Black Death for me
For my disease is carrying all the sins of humanity
For my death shall be the negation of your miserable existence
I was talking with Lucipher yesterday
He said he loved you, monkeys
He's the only one who cares about you, masses
I don't care, don't give a good goddamn
May you all die, bunch of pigs
Wish I was dead and crucified too
Stigmatized by your weak, ignorant moral
My body's raped and desecrated
By your innoncent newborn sons
Anus-Dei
God, their flesh tastes so good
Flagrance of the Apokalypse
Lucipher was born a long time after me
And you love to gently caress his perfect hair
What a beautiful child you have, Madame
Ah, comme je peux hair tous ces miserables assemblages de chair
Ces relations faibles et repugnantes
Mais comment ne pas vomir sur ces corps abjects
Ces tripes fumantes enlacees?
Ah, si seulement je pouvais broyer toute cette viande pourrie
Dechiqueter ces putains d'esprits
Expulser leurs fluides, leurs ames, toute cette atroce puanteur
Ah comme je peux hair celui qui a ose les creer
Je lui ferais bouffer toutes ces creatures
Jusqu'a ce qu'il en creve
Et qu'enfin je retrouve la sphere divine
Vierge et immaculee
Car Dieu m'a dit
Toute vie doit cesser
Holy me, blessed be
Arisen in the ASA glory
ASA, Sahasrara shall abolish the man in me
Black Death, nonetheless
Black Death, nonetheless
Black Death for me
For my disease is carrying all the sins of humanity
For my death shall be the negation of your miserable existence
I was talking with Lucipher yesterday
He said he loved you, monkeys
Peste Negra, Ainda Assim
Faça amor com o caos, uma vez na vida
Eu vi o filho do homem
Ele veio salvar os que estavam perdidos
Os pais não serão condenados à morte pelos filhos
Nem os filhos pelos pais
E cada um morrerá pelo seu próprio pecado
Santifica-me, bendito seja
Erguido na glória de ASA
Asa, Sahasrara abolirá o homem em mim
Peste Negra, ainda assim
Peste Negra, ainda assim
Peste Negra para mim
Pois minha doença carrega todos os pecados da humanidade
Pois minha morte será a negação da sua existência miserável
Eu estava conversando com Lúcifer ontem
Ele disse que amava vocês, macacos
Ele é o único que se importa com vocês, massas
Eu não me importo, não dou a mínima
Que todos vocês morrem, bando de porcos
Queria estar morto e crucificado também
Estigmatizado pela sua moral fraca e ignorante
Meu corpo é estuprado e profanado
Pelos seus inocentes filhos recém-nascidos
Ânus-dei
Deus, a carne deles tem um gosto tão bom
Flagrância do apocalipse
Lúcifer nasceu muito tempo depois de mim
E vocês adoram acariciar gentilmente seus cabelos perfeitos
Que criança linda você tem, Madame
Ah, como posso odiar todos esses miseráveis aglomerados de carne
Essas relações fracas e repugnantes
Mas como não vomitar sobre esses corpos abjetos
Essas vísceras fumantes entrelaçadas?
Ah, se ao menos eu pudesse triturar toda essa carne podre
Despedaçar essas malditas mentes
Expelir seus fluídos, suas almas, toda essa atrocidade fétida
Ah, como posso odiar aquele que ousou criá-los
Eu o faria engolir todas essas criaturas
Até que ele morresse
E que enfim eu reencontre a esfera divina
Virgem e imaculada
Pois Deus me disse
Toda vida deve cessar
Santifica-me, bendito seja
Erguido na glória de ASA
Asa, Sahasrara abolirá o homem em mim
Peste Negra, ainda assim
Peste Negra, ainda assim
Peste Negra para mim
Pois minha doença carrega todos os pecados da humanidade
Pois minha morte será a negação da sua existência miserável
Eu estava conversando com Lúcifer ontem
Ele disse que amava vocês, macacos