Nokturnal Conjugation
An echo looms deep across the void
The cortex of the vortex destroyed
One by one the humans shift from the pestilence
The 25th hour of that starless evening
Blood loss from a nocturnal feeding
Two small holes only evident of this pretense
And the hunt begins.
The plunge grasps at your heart,
Tearing away at your breath,
An irresistible desire paralyzes your veins,
Your heart sputters its last spasm,
A silent dying orgasm.
And now the rush of a blood stained spirit
Seeping through open sores
Finally, becoming one with the fog
To feed on the sheep in hordes
You filthy human,
Defrocked and consumed by the swarm.
An echo looms deep across the void
In an age of innocence destroyed
Internal fire ignites from the ashes
Transmission from arterial gashes
Conjugação Noturna
Um eco ressoa profundo no vazio
O córtex do vórtice destruído
Um por um, os humanos fogem da peste
A 25ª hora daquela noite sem estrelas
Perda de sangue de uma alimentação noturna
Dois pequenos buracos, apenas evidência dessa farsa
E a caçada começa.
A queda agarra seu coração,
Rasgando seu fôlego,
Um desejo irresistível paralisa suas veias,
Seu coração falha em seu último espasmo,
Um orgasmo silencioso e moribundo.
E agora a pressa de um espírito manchado de sangue
Transbordando por feridas abertas
Finalmente, tornando-se um com a névoa
Para se alimentar das ovelhas em hordas
Seu humano imundo,
Despojado e consumido pela enxurrada.
Um eco ressoa profundo no vazio
Em uma era de inocência destruída
Fogo interno se acende das cinzas
Transmissão de cortes arteriais.