Death Meta
The immenent collapse of the universe
Under the weight of its own knowledge
Layers of truth compacted
Until the center can bear no more
Through the orifical gate
Refining dust to black diamonds of shit
Transcendental logos matrix shattered
By the unspoken word before time
I have splayed the split penis in all directions
From side to side and back and forth
A smashed milk star with crystalline emanations
From the black flesh hole and central void
Now the code will spread throughout the universe
As gusts converge to planets on my arms
The vilest stench of my physicality
Blows across the nebulae of star nurseries
And fathomless emptiness of space will cease
And matter shall engorge throughout the entropic dominion
Meta Morte
O colapso immenente do universo
Sob o peso do seu próprio conhecimento
Camadas de verdade compactadas
Até que o centro não possa mais suportar
Através do portão orifical
Refinando poeira para diamantes negros de merda
Matriz de logotipos transcendentais quebrada
Pela palavra não dita antes do tempo
Eu espalhei o pênis dividido em todas as direções
De lado a lado e para frente e para trás
Uma estrela de leite esmagado com emanações cristalinas
Do buraco de carne preta e vazio central
Agora o código se espalhará pelo universo
Como as rajadas convergem para planetas nos meus braços
O mais vil cheiro da minha fisicalidade
Sopra através das nebulosas de viveiros de estrelas
E o vazio insondável do espaço cessará
E matéria deve engolir todo o domínio entrópico