Ultravioleta
Sin rumbo en el mar
De agua hasta el cuello
Sin saber si será realidad u otro sueño
Agito los brazos
Solo, con mis ruegos
Reniego el momento en que no quise aprender
Diseño mi vida
Con trampas y obstáculos
No encuentro la guía
Repito partida
Mi propia elección
Prados y ensenadas
Se fue la presión
No hay ballenas varadas
Hoy mismo me adentro en el abismo de callar, de pensar y esperar
Y brilla, ya tenue la luz brilla
Envuelta en mil astillas que fueron una quilla
Y en paz la oscuridad
Sin rumbo en el mar
De agua hasta el cuello
Sin saber si será realidad u otro sueño
Ultravioleta
Sem rumo no mar
De água até o pescoço
Sem saber se será realidade ou outro sonho
Eu aceno meus braços
Sozinho, com minhas orações
Eu nego o momento em que eu não queria aprender
Eu desenho minha vida
Com armadilhas e obstáculos
Não consigo encontrar o guia
Eu repito o jogo
Minha própria escolha
Prados e enseadas
A pressão se foi
Sem baleias encalhadas
Hoje entro no abismo do silêncio, pensando e esperando
E brilha, já escurece a luz brilha
Embrulhado em mil lascas que eram uma quilha
E em paz a escuridão
Sem rumo no mar
De água até o pescoço
Sem saber se será realidade ou outro sonho