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You dress up in your most becoming boredom
To do your act for a sleepy audience
You grace them with your heartfelt shallowness
And mistake their indifference for admiration
Give them what you think they crave for
You draw your art from god's own non-substance
And touch it up with your favorite clichès
You'll never be anywhere close to something even slightly real
You can't see the nothingness for the nothings.
For the nothings…
You take your pride in hard-earned sanity
Year after year prepearing for humdrum life
You secure yourself behind a shield of irony
To scared to stand up to possible scorn
Your head is completely filled with useless information
You sure make a mass of soulful pointlessness
Everything accepted upfront and done better before
You'll never be anywhere close to something even slightly real
You can't see the nothingness for the nothings
For the nothings…
Go on, chew your cud, just don't spit it in my face
There always be zeros like you
Guess we need you subhumans too…
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Você se veste com seu tédio mais atraente
Para fazer seu show para uma plateia sonolenta
Você os agracia com sua superficialidade sincera
E confunde a indiferença deles com admiração
Dê a eles o que você acha que eles desejam
Você tira sua arte da própria não-existência de Deus
E dá um toque com seus clichês favoritos
Você nunca estará nem perto de algo que seja um pouco real
Você não consegue ver o nada pelos nadas.
Pelos nadas…
Você se orgulha da sanidade conquistada com esforço
Ano após ano se preparando para a vida monótona
Você se protege atrás de um escudo de ironia
Com medo de enfrentar um possível desprezo
Sua cabeça está completamente cheia de informações inúteis
Você realmente cria uma massa de futilidade cheia de alma
Tudo aceito de antemão e feito melhor antes
Você nunca estará nem perto de algo que seja um pouco real
Você não consegue ver o nada pelos nadas
Pelos nadas…
Vai em frente, mastigue sua ração, só não cuspa na minha cara
Sempre haverá zeros como você
Acho que precisamos de vocês sub-humanos também…