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À Meia-Noite em Ponto

Antonio Machín

A Las Doce En Punto

Cuando en el cielo, ya todo son tinieblas
Y entre las nubes, se funden las estrellas
Como una sombra, que avanza lentamente
A las doce en punto, vienes a mí
En el espacio, destaca tu figura
Solo la luna ilumina, tu hermosura
Y en el silencio, mi corazón ardiente
A las doce en punto, late por ti

Desde que tu me dejaste
Voy condenado a sufrir
Es tu recuerdo
Que me atormenta
Y no puedo vivir
Cuando en el cielo, ya todo son tinieblas
Y entre las nubes, se funden las estrellas
Como una sombra, que avanza lentamente
A las doce en punto, vienes a mí

Desde que tu me dejaste
Voy condenado a sufrir
Es tu recuerdo
Que me atormenta
Y no puedo vivir
Cuando en el cielo, ya todo son tinieblas
Y entre las nubes, se funden las estrellas
Como una sombra, que avanza lentamente
A las doce en punto, vienes a mí

À Meia-Noite em Ponto

Quando no céu, já tudo é escuridão
E entre as nuvens, se misturam as estrelas
Como uma sombra, que avança devagar
À meia-noite em ponto, você vem até mim
No espaço, destaca-se sua figura
Só a lua ilumina, sua beleza
E no silêncio, meu coração ardente
À meia-noite em ponto, bate por você

Desde que você me deixou
Estou condenado a sofrer
É sua lembrança
Que me atormenta
E não consigo viver
Quando no céu, já tudo é escuridão
E entre as nuvens, se misturam as estrelas
Como uma sombra, que avança devagar
À meia-noite em ponto, você vem até mim

Desde que você me deixou
Estou condenado a sofrer
É sua lembrança
Que me atormenta
E não consigo viver
Quando no céu, já tudo é escuridão
E entre as nuvens, se misturam as estrelas
Como uma sombra, que avança devagar
À meia-noite em ponto, você vem até mim

Composição: Carmelo Larrea