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Raridades

Antonio Orozco

Rarezas

Rarezas me encuentro
En este día turbio y gris,
Mi angustia rasgada
De escribir estas letras por ti.

El ansia me aturde
Por tenerte lejos de mi,
Desnudo el recuerdo
Que me asoma al día en que vi.

(bis)
Que este hombre no entiende de lujos
Que se bebe los mares por ti,
Yo me acojo al verde de tus ojos
La esperanza que nunca perdí.

Me insulto al espejo
Por no haber arriesgado por ti,
El tiempo no cura
Las heridas que en mi alma sufrí.

Ahora me encuentro
Como un loco que busca entender,
Llevando en el canto,
El aliento que nunca te di.
(bis)
Que este hombre no entiende de lujos

Raridades

Raridades eu encontro
Neste dia turvo e cinza,
Minha angústia rasgada
De escrever essas letras por você.

A ansiedade me aturde
Por ter você longe de mim,
Desnudo a lembrança
Que me faz lembrar do dia em que te vi.

(bis)
Que esse homem não entende de luxos
Que bebe os mares por você,
Eu me apego ao verde dos seus olhos
A esperança que nunca perdi.

Me xingo no espelho
Por não ter arriscado por você,
O tempo não cura
As feridas que na minha alma sofri.

Agora me encontro
Como um louco que busca entender,
Levando no canto,
O fôlego que nunca te dei.
(bis)
Que esse homem não entende de luxos

Composição: Antonio Orozco