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Fissões

Aparathus

Fissions

Nevermore lapse into sleep
Eyes must linger open to avoid the rush
When convulsions would pervade my brain too deep
Stabbing and tearing, dream-cell aggrieving

Struggling with the malady
Fast it grabs me again and clasps
The last glimpse of sanity
Dwindling, eyelids fall and feeble lost a-fucking-new

Creeping, falling, slither through thorns unrelenting
Within the state of horror surpasses
Prompt torn between nightmare and reality's murk
As one hand writhes towards glass

It thrusts me into this shell
I, the helpless wretch snared in my conspired self
Needled soul, sanguineous painted yell
Underneath servility, burial of mind

Ending tide that draws so near
Must leak with my corpse to rest
Should shroud my lungs and snuff the fear
Of proceeding pain through night and day

When dawn ascends it drops me idled
Sickening beast, hollow anchored in my flesh
Soils the soul in circles, through veins grotty sidled
Infuses a defused exhausted consciousness-carcass

Breaking day projects what is left of this
What mankind would call fiend not man
The mission goes on and will teach those
Sorrow I know inside that never soothes

Carving more and more unto mental ruin
And it won't pour out, it will afflict me soon

Fissões

Nunca mais caia no sono
Os olhos devem ficar abertos pra evitar a pressa
Quando convulsões invadem meu cérebro profundo
Furando e rasgando, célula do sonho agredindo

Lutando contra a doença
Rápido, ela me agarra de novo e aperta
O último vislumbre de sanidade
Diminuindo, pálpebras caem e fraco se perde de novo

Rastejando, caindo, deslizando por espinhos implacáveis
Dentro do estado de horror que supera
Prompt, rasgado entre pesadelo e a escuridão da realidade
Enquanto uma mão se contorce em direção ao vidro

Me empurra para essa casca
Eu, o infeliz preso em meu eu conspirador
Alma agulhada, grito pintado de sangue
Debruçado sobre a servidão, sepultamento da mente

A maré final que se aproxima
Deve vazar com meu corpo pra descansar
Deveria envolver meus pulmões e apagar o medo
Da dor que prossegue noite e dia

Quando a aurora surge, me deixa parado
Besta nauseante, ancorada e oca na minha carne
Sujando a alma em círculos, através de veias imundas
Infunde uma consciência-carcasse exausta e difusa

O dia quebrando projeta o que resta disso
O que a humanidade chamaria de demônio, não homem
A missão continua e ensinará aqueles
A dor que conheço por dentro e que nunca acalma

Esculpindo mais e mais na ruína mental
E não vai vazar, logo vai me afligir

Composição: