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Sótão do Desmembramento

Aparathus

Attic of Disembowelment

Only echoes from the void
Dwindle through bleak far reaches
Which will never bring to you
An obscure secret no wind has ever spew

Down under they suffer in divisions for decades
Disfigured lying in rotting puddles of blood
Growing outside fucking world increase the rate

Crawling gasping without legs
Hanging down the roof with open guts
Transforming all my scornfulness
Ecstasy is the discipline to slay

Rambling through the night
A new victim by my side
His blood draws my remote way
His face has been left astray

Reaching the morbid place
The scent of decay pervades the air
I open the skylight's latch
To drag up the wan ill-fated wretch

There over his corpse will get division, lie in waste
Become obsolete on a pile of eroded flesh lumps
My thousand tiny razors dismember the mug in haste

Crawling gasping without legs
Hanging down the roof with open guts
Transforming all my scornfulness
Ecstasy is the discipline to slay

Sótão do Desmembramento

Só ecos do vazio
Desvanecem por longas distâncias sombrias
Que nunca trarão a você
Um segredo obscuro que nenhum vento já soprou

Lá embaixo eles sofrem em divisões há décadas
Desfigurados, deitados em poças podres de sangue
Crescendo fora, o mundo escroto aumenta a taxa

Rastejando, ofegante, sem pernas
Pendendo do teto com as entranhas abertas
Transformando todo o meu desprezo
Êxtase é a disciplina para matar

Divagando pela noite
Uma nova vítima ao meu lado
Seu sangue traça meu caminho remoto
Seu rosto foi deixado à deriva

Chegando ao lugar mórbido
O cheiro de decomposição permeia o ar
Eu abro a tranca do claraboia
Para arrastar o infeliz malfadado

Lá, sobre seu cadáver, haverá divisão, deitar em lixo
Tornar-se obsoleto em uma pilha de pedaços de carne erodidos
Minhas mil lâminas minúsculas desmembram a cara com pressa

Rastejando, ofegante, sem pernas
Pendendo do teto com as entranhas abertas
Transformando todo o meu desprezo
Êxtase é a disciplina para matar

Composição: