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Livre, Livres, Livre

Après La Classe

Libero Liberi Libera

Quando scocca il sole
sento il mare me chiamare
semplice evasione
di un gabbiano e un aquilone

sento brividi salire
la mia pelle accarezzare
tutta colpa delle stelle
tutta colpa sai di quelle

lascio tutto e regredisco
ai confini con me stesso
metto tutto apposto e parto
per paesi molto in alto

libero liberi libera
libero liberi libera
come il cielo e' di nessuno
non importa esser qualcuno
vorrei volare dentro quel sole
perso nel vento dell'istinto naturale

Onde spiagge e mare
questo è l'animale
L'occhio vuole la sua parte
batto ciglio è già su marte

lascio tutto e regredisco
ai confini con me stesso
metto tutto apposto e parto
per paesi molto in alto

libero liberi libera
libero liberi libera
come il cielo e' di nessuno
non importa esser qualcuno
vorrei volare dentro quel sole
perso nel vento dell'istinto naturale

respirando piano tra le lucciole
che come stelle, il richiamo di un'altra citta'
comu cala la luna sento la musica forte battere
per me perche' questo l'istinto e'

smarrisco e ancora mi stupisco
abbandonando ogni senzo vivo alla mia liberta'
tra le curve e le onde vellutate
la voglia assai malata che tregua non da

Livre, Livres, Livre

Quando o sol aparece
sinto o mar me chamando
uma fuga simples
entre um gaivota e um papagaio

sinto arrepios subindo
minha pele sendo acariciada
tudo culpa das estrelas
tudo culpa, você sabe, daquelas

deixo tudo e regresso
aos limites de mim mesmo
coloco tudo em ordem e parto
para lugares bem altos

livre, livres, livre
livre, livres, livre
como o céu não pertence a ninguém
não importa ser alguém
queria voar dentro daquele sol
perdido no vento do instinto natural

Ondas, praias e mar
isso é o animal
O olho quer sua parte
pisco e já estou em Marte

deixo tudo e regresso
aos limites de mim mesmo
coloco tudo em ordem e parto
para lugares bem altos

livre, livres, livre
livre, livres, livre
como o céu não pertence a ninguém
não importa ser alguém
queria voar dentro daquele sol
perdido no vento do instinto natural

respirando devagar entre as vagalumes
que como estrelas, o chamado de outra cidade
quando a lua aparece, sinto a música forte pulsar
para mim, porque esse é o instinto

me perco e ainda me surpreendo
abandonando todo sentido vivo à minha liberdade
entre as curvas e as ondas aveludadas
a vontade bem doente que não dá trégua