La salsa (Bb_82BPM_85BPM)
El dinero no compra vidas largas o cortas
Lo que se queda debiendo, se le cobra en la otra
4 de diciembre huele a pólvora el ambiente
2016 el año de la paz se siente
Que va a ser una Navidad comun y corriente
Pero fue diferente
Bogotá, Colombia, La zona g
Un hombre caminaba por la calle
En la mano el brillo es un reloj Cartier
De traje oscuro arturo calle
Por chapi en su camioneta de cuatro puerta
Bajando cuesta iba rafael
La vida incierta, gritó está muerta
La inocencia no se respetó aquel
Día por Bosque Calderón
Busca de una menor de bajarse el pantalón y abusar de su temor
Poquito insulto es cabrón
De su infancia y de su vida él fue un ladrón
Pa' decirle tú no aprendiste que a una niña nunca se le desviste
Y que el de arriba obre y cobre el daño que tu hiciste
Que castigue lo que en la tierra fuiste
Se te cobra en la otra vida
En el purgatorio no existe una salida
No hay dinero que compre y cure toa' las herida'
De las familias de un país que nunca olvida
El dinero no compra
Vidas largas o cortas
Lo que se queda debiendo
Se le cobra en la otra
Ay mira lo que hiciste rafael
Tú eras veneno disfrazao' de miel
Quien pensaría que serias tan cruel
Ahora te toco perder
El dinero no compra
Vidas largas o cortas
Lo que se queda debiendo
Se le cobra en la otra
Ya no puedes correr
Ni desaparecer
Hiciste daño como el cartel
Por jugar con fuego
Quemaste dos casa a la vez
El dinero no compra
Vidas largas o cortas
Lo que se queda debiendo
Se le cobra en la otra
Se te cobra en la otra
El karma no perdona
Cada vez que alguien se atreva y te mire a la cara
Pensara en Yuliana
A salsa (Bb_82BPM_85BPM)
O dinheiro não compra vidas longas ou curtas
O que fica devendo, é cobrado na outra
4 de dezembro, o ambiente cheira a pólvora
2016, o ano da paz se sente
Que será um Natal comum e corriqueiro
Mas foi diferente
Bogotá, Colômbia, a zona g
Um homem caminhava pela rua
Na mão, o brilho de um relógio Cartier
De terno escuro, Arturo Calle
No seu carro de quatro portas
Descendo a ladeira, ia Rafael
A vida incerta, gritou que está morta
A inocência não foi respeitada naquele dia
Por Bosque Calderón
Em busca de uma menor para abusar do seu medo
Um pouco de insulto é cabrão
Da sua infância e da sua vida, ele foi um ladrão
Para dizer que você não aprendeu que nunca se despe uma menina
E que o de cima aja e cobre o dano que você fez
Que castigue o que você foi na terra
Você é cobrado na outra vida
No purgatório não há saída
Não há dinheiro que compre e cure todas as feridas
Das famílias de um país que nunca esquece
O dinheiro não compra
Vidas longas ou curtas
O que fica devendo
É cobrado na outra
Olha o que você fez, Rafael
Você era veneno disfarçado de mel
Quem imaginaria que você seria tão cruel
Agora é a sua vez de perder
O dinheiro não compra
Vidas longas ou curtas
O que fica devendo
É cobrado na outra
Você não pode mais correr
Nem desaparecer
Você causou danos como o cartel
Por brincar com fogo
Você queimou duas casas ao mesmo tempo
O dinheiro não compra
Vidas longas ou curtas
O que fica devendo
É cobrado na outra
Você é cobrado na outra
O karma não perdoa
Cada vez que alguém se atrever e olhar para você
Vai pensar em Yuliana
Composição: Mariana Padilla Perez / Nicolas Sorzano Mestre / Devia Tomas Quinonez