Quimeras
Muero al sentir tus palabras banales
Cruel falsedad que destroza el anhelo de seguir muriendo por ti
Sangre y rencor brotarán de mis adentros
Maldición que cayó
Es una tortura que oscurecerá mi razón, soledad
Veo surgir de tus ojos quimeras
Nada podrá revivir el deseo de seguir viviendo de ti
Negro el adiós
Una pálida silueta quedará, no hay temor
Entre mares de nostalgia se ahogara la ilusión sin perdón
Muero al sentir tus palabras banales
Cruel falsedad que destroza el anhelo de seguir muriendo por ti
Sangre y rencor brotarán de mis adentros
Maldición que cayó
Es una tortura inmensa y es tan negro el adiós
Que una pálida silueta quedará, no hay temor
Entre mares de nostalgia se ahogara la ilusión, soledad
Quimeras
Eu morro quando sinto suas palavras banais
Falange cruel que destrói o desejo de continuar morrendo por você
O sangue e o ressentimento virão de dentro de mim
Droga, caiu
É uma tortura que obscurecerá minha razão, a soledade
Eu vejo quimeras emergindo de seus olhos
Nada pode reviver o desejo de continuar vivendo com você.
Adeus preto
Uma silhueta pálida permanecerá, não há medo
Entre mares de nostalgia afogou a ilusão sem perdão
Eu morro quando sinto suas palavras banais
Falange cruel que destrói o desejo de continuar morrendo por você
O sangue e o ressentimento virão de dentro de mim
Droga, caiu
É uma imensa tortura e a despedida é tão negra
Que uma silhueta pálida permanecerá, não há medo
Entre mares de nostalgia afogou a ilusão, a solidão