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Elegia Para os Desiludidos

Arkaik

Elegy For The Disillusioned

Hollowed in existential chaos, feel the embrace of its undertow
Phase in and out of a deconstructing mage that we find
Gaze into this hatred filled plight and design the fabrics of destruction
As fermenting as it may be, splendor lies within its shards

Pathological embers smolder continuously, Vividly escaping through scorched synapses
This ferment is all that will be, stand and absorb its inequity

[Chorus:]
Destruction is our only means and we spread it with such fervor,
I'd like to bask in the warmth of our civilization as it goes down in flames
This requiem rings in the ears of a populace lost in a labyrinth of arrogance

As dissonance reigns its force shackles all its soils
The face of all being shattered underneath its pressure
Witness this disfigured atrocity, it stands alone amongst its ruins

[Chorus]

Bleed deceit as it scrapes the face of our mother with razorblade fingertips
Tear away the essence of humanity like wolves ravaging children of excess

But to descend deep inside the cracks is to discover profound brilliance
And to believe such an agitating dream, Into depths of worldly malignancy
The key remains concealed

Lost inside this fractured antipathy, wallow in a cavern of malevolent precipitation
Bleeding from the womb of a mother, this disease has spread beyond regression
Forever more

Elegia Para os Desiludidos

Vazio no caos existencial, sinta o abraço de sua correnteza
Faseando dentro e fora de um mago em desconstrução que encontramos
Olhe para essa luta cheia de ódio e desenhe os tecidos da destruição
Por mais que esteja fermentando, o esplendor reside em seus estilhaços

Brasas patológicas ardem continuamente, escapando vividamente por sinapses queimadas
Esse fermento é tudo que será, fique e absorva sua desigualdade

[Refrão:]
A destruição é nosso único meio e a espalhamos com tanto fervor,
Eu gostaria de me aquecer na luz de nossa civilização enquanto ela arde em chamas
Esse réquiem ressoa nos ouvidos de uma população perdida em um labirinto de arrogância

Enquanto a dissonância reina, sua força acorrenta todos os seus solos
A face de todo ser se despedaça sob sua pressão
Testemunhe essa atrocidade desfigurada, ela permanece sozinha entre suas ruínas

[Refrão]

Sangre a traição enquanto arranha o rosto de nossa mãe com dedos de lâmina
Arranque a essência da humanidade como lobos devorando crianças do excesso

Mas descer fundo nas fissuras é descobrir um brilho profundo
E acreditar em um sonho tão agitado, nas profundezas da malignidade mundana
A chave permanece oculta

Perdido dentro dessa antipatia fraturada, afunde em uma caverna de precipitação maligna
Sangrando do ventre de uma mãe, essa doença se espalhou além da regressão
Para sempre mais

Composição: Arkaik / Chance Strickland