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Chama Supernal

Arkaik

Supernal Flame

Lured by the bellow of destiny
A seeker in the shadows throes
Searching for a light at the end of the chasm
Through the portal of death
Burning through repentance seeking meaning in the ancient noble secrets
And careening through a perilous
Self chosen trial by flame
Draped in chaos and seeking the truth
Caught in the blaze of epiphany
Bound by the alchemy of impulse
Illumination came from the tearing grasp of flame

Caught in a web of unraveling deception
Oblivion supreme glinted its blinding foresight
A multitude of curling cosmic archetypes growing inwards
Showing the way
Through the splintered path before me
Unshackle me o' flame impending

Cast in the fires of the Supernal Flame
Forging radiance through the path of agony

The effulgence of infinity
My own reflection staring back at me
Mirrored from the precipice of opposites now balancing
Discernment of reality
I've been shown the mechanics of duality
Freed from a kingdom of prisons
From the peak of the ashen mount
Within the mind of the Omnipus I came to know thy self
Writ in the stars was the lure of becoming
Basking in the pinnacle of perception

They spoke to me through scriptures of scars
Carried through winding corridors to a garden of fractals
Hallowed by a hidden order of masters
I was summoned through the harvest of my will
To the city of secrets and synchro-mystic realms

Before I could ascend through the gateway
I had to wake up from deep rooted self deceit
Drenched in karmic gnosis
I stood at the feet of the monolith
Knowing my omnificence
Tyranny appeared before me
Rearing its fangs and growling its menace
Determined to keep the minds of the people enslaved
Without them ever recognizing their chains

Traipsing on timeless tomes
From the veins of Aksha my home
I must now go
Traversing into the unknown

Beyond the temples of flesh
To seek the key of Pyrah
In the theatre of hungry ghosts

Chama Supernal

Atraído pelo bramido do destino
Um buscador nas convulsões das sombras
Procurando por uma luz no fim do abismo
Através do portal da morte
Queimando através do arrependimento buscando significado nos antigos segredos nobres
E deslizando através de um perigoso
Auto escolhido julgamento pela chama
Vestido em caos e buscando a verdade
Preso no clarão da epifania
Atado pela alquimia do impulso
A iluminação veio do agarrar rasgante da chama

Preso em uma teia de decepção desvendada
O suprassumo do esquecimento brilhou sua visão cegante
Uma multidão de arquétipos cósmicos encaracolados crescendo para dentro
Mostrando o caminho
Através do caminho fragmentado diante de mim
Liberte-me, ó chama iminente

Lançado nas chamas da Chama Supernal
Forjando resplendor através do caminho da agonia

O esplendor do infinito
Minha própria reflexão encarando-me de volta
Refletido do precipício dos opostos agora equilibrando
Discernimento da realidade
Fui mostrado os mecanismos da dualidade
Livre de um reino de prisões
Do pico do monte cinzento
Dentro da mente do Onípuro eu vim a conhecer a mim mesmo
Escrito nas estrelas estava o atrativo de tornar-se
Desfrutando do pináculo da percepção

Eles me falaram através de escrituras de cicatrizes
Carregado por corredores sinuosos para um jardim de fractais
Sagrado por uma ordem oculta de mestres
Fui convocado através da colheita da minha vontade
Para a cidade de segredos e reinos sincro-místicos

Antes que eu pudesse ascender através da passagem
Eu tive que acordar da autoenganação profundamente enraizada
Encharcado em gnose cármica
Eu fiquei aos pés do monólito
Conhecendo minha onipotência
A tirania apareceu diante de mim
Erguendo suas presas e rosnando sua ameaça
Determinada a manter as mentes das pessoas escravizadas
Sem que jamais reconhecessem suas correntes

Caminhando sobre tomos atemporais
Das veias de Aksha, meu lar
Agora devo ir
Atravessando para o desconhecido

Além dos templos de carne
Para buscar a chave de Pyrah
No teatro dos fantasmas famintos

Composição: