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Quando os Cães Uivam no Curral

Arkona (Pol)

Kiedy Psy W Zagrodach Ujadaj± ...

Kiedy psy w zagrodach ujadaj¹
Patrzê na horyzont wypatruj¹c
K³êbów dymu w czerwonej po�wiacie
Schodz¹cego s³oñca ponad lasem
Na swych czarnych skrzyd³ach mrok opada
Gdy walcz¹ce hordy le�nych bestii
Rozprawiaj¹ siê z armi¹ �wiat³o�ci
Jej plugawe cia³a �mieræ dopada - �mieræ!

B³yskawice przeszywaj¹ niebo
Kiedy ruszam w stronê le�nych cieni
Mróz zanurza siê w p³omieniach ognia
£zy nienawi�ci cisn¹ siê do oczu
Krwista pe³nia ksiê¿yca o�wieca
Pola bitew po�ród le�nych kniei
Ciemne rzeki p³yn¹ w swych arteriach
Jak wzburzone w cia³ach krwi potoki - krwi!

Lodowate, mro�ne znaki czasu
Nawiedzaj¹ mnie w mych snach
Wiêc kiedy nagle budzê siê
Ma �wiadomo�æ pyta mnie
Niewyra�ne kontury �wiadomo�ci
Majacz¹cy obraz jak we mgle
Kszta³t narysowany na wodzie
To nie sen!

Oto me ponure przeznaczenie
Dusza ma kreuje ciemne wizje
Bojê siê ...

Nieskoñczone hordy skute lodem
Towarzysze mojego jestestwa
Skowyt wilków, szelest skrzyde³ kruków
Budzi mnie ...

Kiedy psy w zagrodach ujadaj¹ ...
B³yskawice przeszywaj¹ niebo ...

Quando os Cães Uivam no Curral

Quando os cães no curral uivam
Olho para o horizonte, esperando
Nuvens de fumaça na luz vermelha
Do sol se pondo sobre a floresta
Em suas asas negras, a escuridão desce
Enquanto hordas de bestas lutadoras
Se enfrentam com o exército da luz
Seus corpos imundos são alcançados pela morte - morte!

Relâmpagos cortam o céu
Quando sigo em direção às sombras da floresta
O frio mergulha nas chamas do fogo
Lágrimas de ódio se acumulam nos olhos
A lua cheia e sanguinária ilumina
Os campos de batalha entre as matas
Rios escuros fluem em suas artérias
Como torrentes de sangue em corpos - sangue!

Sinais gelados e sombrios do tempo
Me assombram em meus sonhos
Então, quando de repente eu acordo
A consciência me pergunta
Contornos indistintos da consciência
Uma imagem delirante como em névoa
Forma desenhada na água
Isso não é um sonho!

Aqui está meu sombrio destino
Minha alma cria visões obscuras
Eu tenho medo ...

Hordas infinitas congeladas
Companheiros da minha existência
O uivo dos lobos, o sussurro das asas dos corvos
Me acorda ...

Quando os cães no curral uivam ...
Relâmpagos cortam o céu ...

Composição: