Looking for a Shadow of the Master
Wzi¹³ go wicher i uniós³ na skrzydlatym stworze
Lecia³ rozzuchwalony w powietrzu i grozie
P³aszcz swój gwieŸdzisty zrzuci³ na ziemiê,
By w otch³ani mrocznej
Dum¹ ziemi dosiêgn¹æ na znak dominacji
I odt¹d ju¿ go materialnie na ziemi nie by³o
Dusza i zaœwiaty, œmieræ i nieœmiertelnoœæ
Wszystko to uros³o w istnieñ królestwie cienistym
Jak wampira marzenie, które co noc natrêtnie wraca
W cieniu w³adcy
Od zmierzchu do zmierzchu szat¹ nocy rozdart¹
Z czerwieni dzikiej zimnych zachodów
Wynurzy³ swe zjawy jak œwit bezszelestnie
Wci¹¿ dla œlepców obcy, wci¹¿ nienamacalny
Poœród mg³y i szarugi, szuka³em choæ najdrobniejszego
Jego œladu, a On jasnowidzeniem raju ostatniego tchnienia
Wargami zmacawszy ch³ód gwiezdnych przestworzy
Zrzuci³ mrok na ziemiê, zakrywaj¹c wszelki b³êkit
Na zawsze ...
Procurando a Sombra do Mestre
Eu fui levado por ventos e carregado em uma criatura alada
Voei ousado pelo ar e pela ameaça
Despejei meu manto estrelado na terra,
Para alcançar na escuridão profunda
A glória da terra como um sinal de domínio
E a partir de então, já não havia mais sua presença material na terra
A alma e o além, a morte e a imortalidade
Tudo isso cresceu na existência de um reino sombrio
Como o sonho de um vampiro que volta insistentemente toda noite
Na sombra do mestre
Do crepúsculo ao crepúsculo, rasgado pelo manto da noite
Das vermelhas e frias cores do ocaso
Ele emergiu com suas aparições como um amanhecer silencioso
Sempre estranho para os cegos, sempre intangível
No meio da névoa e da penumbra, eu procurava ao menos o menor
De seus rastros, e Ele, com a visão do último suspiro do paraíso
Com os lábios tocando o frio dos espaços estelares
Lançou a escuridão sobre a terra, cobrindo todo azul
Para sempre ...